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    Domingo, Junho 4, 2006

    DE OLHO EM JUIZ DE FORA, KAKÁ FALA `A REVISTA " PAUTA ECONÔMICA" do jornal TRIBUNA DE MINAS.






    Pré-candidato Kaká Guilhermino avalia A MÍDIA, o governo Lula e os instrumentos para alavancar o desenvolvimento econômico da região de Juiz De Fora - MG. 




    Jornalista experiente, nascido em Ubá e radicado em Juiz de Fora desde 1974 com passagem pelos grandes veículos de comunicação do país e um Prêmio Esso na bagagem, Kaká Guilhermino esteve nos últimos três anos em Brasília na assessoria especial da presidência da FUNCEF (Fundo de Pensão dos Funcionários da Caixa) e agora está de novo em Minas para um novo projeto: é pré-candidato a deputado federal pelo PT partido do qual foi um dos fundadores em 1980. Especializado em jornalismo econômico, defende o reaparelhamento do Estado com o fortalecimento das empresas públicas estratégicas que não foram privatizadas pelo governo FHC como a Petrobras, Correios, Banco do Brasil, Caixa, Embrapa, Eletrobrás e Furnas entre outras. Enfático na avaliação do papel da mídia na crise política, critica as revistas semanais em geral que deixaram de ser noticiosas com análises dos principais fatos para se transformarem em palanques eleitorais. "Lugar de posição político partidária é no editorial, mas ao editorializar as reportagens esses veículos, além de enganar os leitores, caminham para a perda de credibilidade, o que é um desserviço para a democracia", diz. Confira mais:

    Pauta Econômica: A mídia tem cumprido bem seu papel na cobertura da crise política?
    Kaká Guilhermino: Os jornais diários, em geral, têm divulgado mais fatos que análises, o que é correto. Mas há um descompasso no peso do noticiário. Tudo o que envolve o governo e seu partido, o PT, é amplificado enquanto o que é relativo à oposição é tratado com parcimônia. O mais grave, no meu entendimento, se dá na cobertura das revistas semanais. Elas têm se primado por tomar posição político partidária na editorialização de reportagens, que se tornam tendenciosas. Isso é enganar o leitor e um caminho perigoso rumo a perda de credibilidade, o que é um desserviço para a democracia. Lugar de posição política é no editorial. Caso contrário é subverter a lógica em prol de interesses de grupos que não são, necessariamente, representativos da sociedade.

    Pauta Econômica: O que tem levado a esse comportamento?
    Kaká Guilhermino: Antes, é bom exemplificar para que as pessoas possam refletir com serenidade e sem paixão política cega. A edição da revista Veja que trouxe reportagem sobre supostas contas no exterior do presidente Lula e da cúpula do governo é um escândalo como não se deve fazer jornalismo. A revista admite no texto que não há provas nem indícios fortes, mas resolve publicar assim mesmo. Isso, para mim, é a briga pelo poder. Parte da mídia está aliada a interesses de grandes grupos econômicos nacionais e estrangeiros. Eles trabalharam para derrubar o governo e continuam com esse objetivo.

    Pauta Econômica: Mas é a liberdade de imprensa...
    Kaká Guilhermino: A liberdade pressupõe responsabilidade. Não fizeram o dever de casa que era ouvir o outro lado, o princípio básico de qualquer faculdade de jornalismo. Ganhei um Prêmio Esso ao denuncia o esquema de extorsão que envolvia o então presidente da BR Distribuidora, general Albérico Barroso Alves. A série de reportagem sempre foi documentada e ouvindo o outro lado. O que mudou? Quando houve a quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro Francelindo Santos Costa, a Veja fez uma reportagem indignada, mas não houve a mesma indignação – não apenas da revista como também de diversos segmentos da sociedade – quando a mesma Veja divulgou a quebra de sigilo bancário e também fiscal do presidente do Banco Central Henrique Meirelles. E olha que ele foi eleito deputado pelo PSDB... AVeja mais parece a velha UDN do que qualquer outra coisa. É bom lembrar que antigamente, no interior, havia sempre dois jornais, ambos partidários, um da UDN e outro do PSD. Agora parece pior, pois todos estão na UDN um partido golpista e sem voto, como certa parte da mídia.

    Pauta Econômica: Mudando de política para economia, como foi trabalhar no terceiro maior fundo de pensão do país, com um patrimônio de R$ 22 bilhões?
    Kaká Guilhermino: Foi um grande aprendizado. Como jornalista de economia sempre cobri o mercado financeiro, a área de energia e os fundos de pensão. Então já era familiarizado com o tema. Lá, por indicação do presidente Guilherme Lacerda, tive a honra de participar de um grupo de estudos que discutiu com o empresariado o projeto que mais tarde virou lei, o das Parcerias-Público Privadas (PPPs). Os fundos de pensão em todo o mundo, e não poderia deixar de ser diferente no Brasil, são instrumentos importantíssimos para alavancar o desenvolvimento econômico com geração de emprego e renda, além de garantir uma aposentadoria digna a mais de 2 milhões de trabalhadores que hoje estão no sistema.

    Pauta Econômica: O que espera para o próximo governo?
    Kaká Guilhermino: Nesse período também pude acompanhar os dados macroeconômicos e sociais do governo que nos permite assegurar que o país terá no próximo quadriênio um crescimento muito superior ao verificado agora com maior distribuição de renda aliada à redução da desigualdade social.

    Pauta Econômica: Alguns setores acusam o governo Lula de ser uma mera continuidade de FHC na política econômica. Isso é procedente?
    Kaká Guilhermino: De forma alguma. Houve uma mudança de enfoque fundamental que foi a questão social. Quando o presidente Lula assumiu o governo a inflação projetada era de 30% ao ano. Este ano ela ficará abaixo de 5%. O risco Brasil beirava 2 mil pontos, hoje está na casa dos 200 pontos; o dólar que chegou a quase R$ 4,00 está a R$ 2,20 e ainda assim o país bate recordes seguidos de superávits na balança comercial.E veja que o petróleo beira a casa dos US$ 70 o barril. Ao contrário chegamos à auto-suficiência do petróleo. Pagamos a conta com o FMI e reajustamos o salário-mínimo em 75%. Isso não é pouco.

    Pauta Econômica: Mas os juros estão muito elevados...
    Kaká Guilhermino: Os juros estão altos, mas são muitíssimo menores que na era FHC que gerou pouco mais de 700 mil empregos com carteira assinada em oito anos. Na metade desse tempo o atual governo terá criado 5 milhões de empregos com carteira assinada. Na área social a Bolsa Família chegará a 11 milhões de famílias, que deixarão a condição de miseráveis; os aposentados pela primeira vez tiveram reajustes acima da inflação, criou-se o crédito consignado com juros de, no máximo, 2% ao mês; houve a redução dos impostos para material de construção civil; o programa moradia popular é uma realidade; o Luz para Todos já chegou a mais de 2 milhões de famílias; a inclusão bancária com contas populares sem cobrança de taxa para as pessoas de baixa renda já beneficiou mais de 6 milhões de pessoas; o crédito para a agricultura familiar que foi de R$ 2,3 bilhões no último ano do governo FHC, chagará neste ano a R$ 9 bilhões e isso sem falar nas políticas que chegam também para a juventude.

    Pauta Econômica: Quais são essas políticas?
    Kaká Guilhermino: Antes eu gostaria de dar alguns números sobre a Bolsa Família em Minas. Temos quase 1 milhão de famílias beneficiárias e só a Bahia tem mais cadastrados que nosso estado. Por um lado pode parecer bom, mas a realidade é que isso demonstra o imenso fosso social existente em nosso estado. Mas essa legião de excluídos começa a ter cidadania. É bom que se fique atento para esse dado. A política neoliberal de déficit zero, adotada aqui por Aécio Neves (PSDB) e o choque de gestão de Geraldo Alkmin (PSDB) em São Paulo não se sustentam. Sem atacar firmemente as questões sociais, investindo em educação, saúde e segurança, vamos ver repetir as cenas que chocaram o país ocorridas em São Paulo e que a revista Veja curiosamente não deu capa... Na questão que envolve a juventude há o Pro-Uni que é um projeto de concede bolsa de estudo integral em universidades particulares para estudantes com renda de até um salário mínimo e de 50% para os que têm renda de até três salários. Serão 250 mil bolsas este ano e isso é muito significativo. Além disso, houve a criação de mais nove universidades públicas; mais de 40 extensões universitárias; duas dezenas de cursos técnicos profissionalizantes e um projeto ousado, o Fundeb, que aguarda aprovação no Senado. O Fundeb amplia o número de anos letivos, investe no ensino básico e fundamental e abrange até a pré-escola; além de investir na formação dos professores, melhoria dos salários, equipamento para as escolas, com mais laboratórios, bibliotecas, cursos paralelos etc. A longo prazo isso pode ser a revolução que fará o país dar o salto qualitativo para o crescimento sustentável perene.

    Pauta Econômica: E o que o levou a disputar uma vaga na Câmara dos Deputados?
    Kaká Guilhermino: Todo esse conjunto de conquistas precisa de aprofundamento e avanços. Fui estimulado por vários companheiros, como o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini, o presidente estadual Nilmário Miranda, o embaixador Tilden Santiago e outros. Esse governo tem feito muito. Acertou muito mais que errou e o mesmo acontece com o PT que tem inestimável contribuição para a construção da democracia que vivemos.

    Pauta Econômica: Você teme a cobrança dos eleitores?
    Os que erraram estão pagando na Justiça comum ou na eleitoral e vão passar pelo crivo dos eleitores. Nós que só tivemos mandatos sindicais vamos buscar o resgate da cidadania e da esperança. Não temos qualquer mácula em nossa vida profissional e sindical. Portanto, vamos para um processo de renovação do parlamento que essencial para a vida da democracia e a busca da justiça social, esta, com a reeleição do presidente Lula.


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    Segunda-feira, Junho 5, 2006

    ENTREVISTA DA COLUNA CÉSAR ROMERO, do jornal TRIBUNA DE MINAS, de JUIZ DE FORA. MERECE SER LIDA. É UMA LIÇÃO DE VIDA DE UM EMPRESÁRIO EMPREENDEDOR.

    Jovino Campos Reis
    Diretor do Bahamas

    A trajetória de Jovino Campos pode até parecer história de pescador, mas está aí para a cidade ver. De uma venda no bairro Santa Luzia nasceram as 19 lojas do grupo que, por enquanto, atua em Juiz de Fora, Viçosa, Ponte Nova, Cataguases e Ubá. É que este pescador quer a rede ainda mais cheia e anuncia que sua meta é fazer do Bahamas o 10º maior supermercado do país. E não duvide.
    Jovino é ambicioso, ama o que faz e trabalha, trabalha muito. Tanto que até reconhece que está na hora de pisar no freio. "A idade está pesando!". Bom de papo, o empresário, pescador nas poucas horas vagas, é dono de uma simplicidade que, com certeza, explica muito a sua história de sucesso.
    O Bahamas já é o 19º maior supermercado do país. Como é administrar tudo isso?
    A cada dia, fica um pouco mais fácil. A empresa cresce e nossa equipe desenvolve junto. Apesar de familiar, somos uma empresa profissional. Há cinco anos, eu saía e viajava preocupado, era muito centralizador e não havia comunicação tão ágil. Hoje, é uma tranqüilidade à qualquer distância.
    São 2.400 funcionários para comandar.
    A gente trabalha com motivação, e o incentivo maior que temos é o reconhecimento pelo trabalho. Evitamos trazer funcionários de fora para exercer qualquer cargo ou função de gerência. Temos, por exemplo, um supervisor que começou entregando mercadoria. Quase todos os gerentes começaram carregando caixa, varrendo chão nas lojas. Oferecemos um plano de saúde, gerido por uma associação que tem a Unimed como parceira, para a família de todos eles, e fazemos questão de usar sempre o plural, nunca o singular. Não sou eu, Jovino, que faço. Nós fazemos. Aliás (risos), sou talvez o que menos faz aqui!
    E você no dia-a-dia?
    Levanto muito cedo e fico sempre até tarde no escritório. O almoço é, de certa forma, a hora que tenho para dar uma saída. Mas não acho isso o ideal. Preciso me organizar melhor e reservar um pouco de tempo para mim.
    A diversão sempre fica para depois?
    Pois é. O final de semana, reservo para a família. Costumo até vir ao trabalho, mas sempre quando estão descansando – já que levanto mais cedo. Fora isso, me dedico a eles. É o que me dá força para trabalhar. Sinto claramente que, quando você não vai bem em casa, o trabalho fica difícil. Mas minha esposa é meu braço direito e minha família, a grande motivação.
    O que faz quando não está trabalhando?
    Gosto de carros antigos e pratico um pouco de esporte. Jogo um futebolzinho, mas nunca fui muito bom. Só jogo, porque sempre fui o dono da bola! E apesar de tricolor, hoje torço mesmo é pelo Tupi. Tenho um sítio, que aproveito pouco, e reservo um período no ano para pescar no Pantanal. Claro que sempre chego contando mais. Afinal, pescador não mente, só aumenta (risos)... E adoro cozinhar o "resultado" da pescaria.
    Como você avalia o crescimento de Juiz de Fora?
    Eu me preocupo com a segurança. A gente vê o que está acontecendo em São Paulo e no Rio de Janeiro, e Juiz de Fora está crescendo. É considerada uma cidade segura, mas me preocupo, porque a gente não vê muita polícia na rua. Alguns índices estão crescentes e isso não é bom. Espero que a Polícia Militar, tão competente quanto é e acho que vai continuar sendo em Minas, nos dê um pouco mais de tranqüilidade. A gente paga imposto e tem o direito de cobrar.
    Você investe em responsabilidade social?
    Estamos presentes em muitas ações, sempre promovendo e realizando trabalhos para a comunidade, como a Copa Bahamas, diversas festas e quase todas as nossas ações de marketing envolvem a comunidade. É uma retribuição, um agradecimento ao apoio que temos e uma forma de fidelizar o nosso cliente. Sempre nos preocupamos com isso e não imaginávamos tanto retorno, reconhecimento do público. Temos em Juiz de Fora diversos exemplos de empresas que fazem isso e a Unimed é uma delas. Está sempre atuando na promoção da saúde, em ações relacionadas à qualidade de vida, e isso é fundamental para incentivar outras empresas a atuarem de forma responsável.
    Você se sente um empresário realizado?
    Sou muito ambicioso. Antes, a gente ouvia essa palavra ambição como um sentimento ruim, reprovável. Hoje, acho que para a pessoa desenvolver, ter alguma coisa na vida, tem que ter ambição. Eu não sonhava ter o que temos, mas a cada dia que você conquista mais, você também pensa mais à frente, não é? Então, não me dou por satisfeito. Acho que a empresa tem que crescer mais.
    O melhor investimento: supermercados
    Não indicaria: mercado financeiro. Com dinheiro parado, só quem ganha são os bancos.
    Líder: Abílio Diniz. Superou uma fase ruim e deu a volta por cima.
    Meta: ter o Bahamas entre os dez maiores supermercados do Brasil
    Orgulho: de ser brasileiro
    Medo: da violência
    Não tolera: falsidade e mentira
    Atitude: coragem
    Qualidade: honestidade
    Desafio: manter o Bahamas em nossas mãos para sempre
    Uma vaidade: carros
    Uma vitória: meu neto


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    Segunda-feira, Agosto 20, 2007

    O livro "21 RITOS TIBETANOS", da escritora ENEIDA CAETANO será lançado amanhã, às 19 horas, no Palácio das Artes aqui em BH.

                                                                   ENTREVISTA EXCLUSIVA.
    Será lançado dia 21 de agosto, às 19 horas, no Palácio das Artes, aqui em BH, o livro "21 RITOS TIBETANOS" da escritora ENEIDA MAGALHÃES CAETANO (do Instituto LamRim), prima do nosso Procurador-geral de Justiça de Minas, Jarbas Soares Jr. Leia, agora, a ENTREVISTA EXCLUSIVA que a escritora deu a Rosana Deslandes, para o nosso BLOG DE NOTÍCIAS.

    1- O que são "Os 21 Ritos Tibetanos"?
    São exercícios físicos milenares, rítmicos e ritualísticos, que os tibetanos praticam com método e dedicação, para se fortalecerem e poderem suportar a adversidade, mantendo a saúde, vitalidade e bem-estar.
    2- Como você conheceu os Ritos Tibetanos?
    Eu já trabalhava com terapia corporal há muitos anos e por isso já os conhecia através do livro clássico de Peter Kelder, "A Fonte da Juventude". Quando fui fazer uma especialização na Holanda, em 1985, vi a oportunidade de intensificar minha prática e perceber mudanças significativas em minha vida. Decidi então ir ao Tibete para aprofundar- me neste conhecimento e estudar sua origem.
    3- Por que escrever este livro?
    Desde o livro citado acima, lançado em 1939, havia uma lacuna bibliográfica sobre a seqüência completa dos ritos tibetanos. Após uma viagem de seis meses ao Oriente, e práticas nos mosteiros tibetanos recebi autorização para compilar toda a seqüência dos 21 ritos, praticamente desconhecidos no Brasil. A idéia do livro surgiu de uma necessidade de meus alunos do Instituto Lam Rim para acompanharem, em casa, os exercícios de uma maneira correta.
    4- Como está a organização dos ritos no livro?
    Trata-se de uma seqüência completa dos 21 ritos divididos em três etapas, cada qual contendo sete ritos, onde cada rito traz um benefício específico, individual e daquela etapa. Com breves flashes de minha experiência no Oriente contextualizo a viagem e o ambiente dos mosteiros.
    5- Quais os benefícios em se praticar os Ritos Tibetanos?

    Os benefícios são inúmeros. Todos os Ritos tem o poder de ativar nossas glândulas, retardando o envelhecimento, promovendo uma revitalização física e nos proporcionando maior clareza mental, dentre outras coisas. Mas cada rito traz um benefício específico, potencializando uma área determinada de nosso corpo.
    6- Quanto tempo se gasta para fazer toda a seqüência dos 21 ritos ?
    Na fase inicial, quando ainda estamos aprendendo, necessitamos de um tempo maior, mas com a pratica gastamos aproximadamente 40 minutos para executar 21 vezes os 21 Ritos. Os tibetanos são extremamente disciplinados mas também condescendentes, pois consideram o ritmo de vida de cada um. Com a vida agitada que levamos, eles nos garantem que 3 ou 7 exercícios inicialmente, repetindo-os no mínimo 3 vezes cada um, duas vezes por semana, nos trará maior equilíbrio, e a própria prática nos ajudará a sermos mais organizados e a termos tempo para nós mesmos..
    7- Como saberei escolher um rito melhor para iniciar a prática?
    Isto é ensinado no livro e no curso dos 21 Ritos Tibetanos. Cada rito tem sua descrição e seus objetivos fisiológico e sutil. Aprendemos a escolher o rito que mais benefício nos trará e de acordo com o momento da vida que passamos. Segundo os tibetanos, devemos primeiramente cuidar do nosso corpo, que é a nossa morada, com muita dedicação, para prevenirmos diversas doenças e garantirmos uma melhor qualidade de vida, para depois cuidar do outro. Todos os ritos são simples, objetivos e de fácil execução. Praticando diariamente colhe-se resultados rapidamente
    8- Adquirindo o livro eu posso praticar os ritos sem o auxilio de um instrutor?
    Sim, este é o maior objetivo do livro e dos monges tibetanos: disseminar o conhecimento dos ritos de tal maneira que as pessoas possam beneficiar-se deles sem precisarem sair de sua casa, sem rotina monástica ou qualquer crença. Pode-se praticá-los em qualquer lugar e sem qualquer sofisticação.
    9- Durante quanto tempo preciso praticar para observar os primeiros resultados?
    Os resultados são quase imediatos e dependerá de pessoa a pessoa. Para alguns, os benefícios começam a se manifestar imediatamente após uma prática disciplinada. Quanto maior o tempo de prática maiores serão os benefícios, mas mesmo quem pratica apenas 3 ritos duas vezes por semana já colhe resultados. Embora para um resultado mais concreto, é preciso disciplina, o tempo de cada um pode variar de acordo com a sua dedicação.
    10- Como os ritos são praticados pelos tibetanos?

    Os tibetanos se utilizam dos ritos como forma de desenvolvimento pessoal, fortalecimento físico e mental, percepção de comportamentos inadequados, como método preventivo de doenças e como sedimentação de laços e também como uma forma de terapia. Eles se reúnem em família para praticar os ritos como um momento sagrado.
    11- Houve alguma adaptação nos ritos para serem praticados pelos ocidentais?

    Não, eu os ensino aqui, no Instituto LamRim, exatamente da mesma forma como aprendi com os Monges Tibetanos e que estão descritos no livro, com a mesma objetividade e simplicidade praticados por eles.



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    Segunda-feira, Agosto 6, 2007

    ENTREVISTA EXCLUSIVA. Será lançado dia 21 de agosto, às 19 horas, no Palácio das Artes, aqui em BH, o livro "21 RITOS TIBETANOS" da escritora ENEIDA MAGALHÃES CAETANO (do Instituto LamRim), prima do nosso Procurador-geral de Justiça de Minas, Jarbas Soares Jr. Leia, agora, a ENTREVISTA EXCLUSIVA que a escritora deu a Rosana Deslandes, para o nosso BLOG DE NOTÍCIAS.


    1- O que são "Os 21 Ritos Tibetanos"?
    São exercícios físicos milenares, rítmicos e ritualísticos, que os tibetanos praticam com método e dedicação, para se fortalecerem e poderem suportar a adversidade, mantendo a saúde, vitalidade e bem-estar.
    2- Como você conheceu os Ritos Tibetanos?

    São exercícios físicos milenares, rítmicos e ritualísticos, que os tibetanos praticam com método e dedicação, para se fortalecerem e poderem suportar a adversidade, mantendo a saúde, vitalidade e bem-estar.
    2- Como você conheceu os Ritos Tibetanos?

    Eu já trabalhava com terapia corporal há muitos anos e por isso já os conhecia através do livro clássico de Peter Kelder, "A Fonte da Juventude". Quando fui fazer uma especialização na Holanda, em 1985, vi a oportunidade de intensificar minha prática e perceber mudanças significativas em minha vida. Decidi então ir ao Tibete para aprofundar- me neste conhecimento e estudar sua origem.
    2- Por que escrever este livro?
    Desde o livro citado acima, lançado em 1939, havia uma lacuna bibliográfica sobre a seqüência completa dos ritos tibetanos. Após uma viagem de seis meses ao Oriente, e práticas nos mosteiros tibetanos recebi autorização para compilar toda a seqüência dos 21 ritos, praticamente desconhecidos no Brasil. A idéia do livro surgiu de uma necessidade de meus alunos do Instituto Lam Rim para acompanharem, em casa, os exercícios de uma maneira correta.
    3- Como está a organização dos ritos no livro?
    Trata-se de uma seqüência completa dos 21 ritos divididos em três etapas, cada qual contendo sete ritos, onde cada rito traz um benefício específico, individual e daquela etapa. Com breves flashes de minha experiência no Oriente contextualizo a viagem e o ambiente dos mosteiros.
    4- Quais os benefícios em se praticar os Ritos Tibetanos?

    Os benefícios são inúmeros. Todos os Ritos tem o poder de ativar nossas glândulas, retardando o envelhecimento, promovendo uma revitalização física e nos proporcionando maior clareza mental, dentre outras coisas. Mas cada rito traz um benefício específico, potencializando uma área determinada de nosso corpo.
    5- Quanto tempo se gasta para fazer toda a seqüência dos 21 ritos ?
    Na fase inicial, quando ainda estamos aprendendo, necessitamos de um tempo maior, mas com a pratica gastamos aproximadamente 40 minutos para executar 21 vezes os 21 Ritos. Os tibetanos são extremamente disciplinados mas também condescendentes, pois consideram o ritmo de vida de cada um. Com a vida agitada que levamos, eles nos garantem que 3 ou 7 exercícios inicialmente, repetindo-os no mínimo 3 vezes cada um, duas vezes por semana, nos trará maior equilíbrio, e a própria prática nos ajudará a sermos mais organizados e a termos tempo para nós mesmos..
    6- Como saberei escolher um rito melhor para iniciar a prática?
    Isto é ensinado no livro e no curso dos 21 Ritos Tibetanos. Cada rito tem sua descrição e seus objetivos fisiológico e sutil. Aprendemos a escolher o rito que mais benefício nos trará e de acordo com o momento da vida que passamos. Segundo os tibetanos, devemos primeiramente cuidar do nosso corpo, que é a nossa morada, com muita dedicação, para prevenirmos diversas doenças e garantirmos uma melhor qualidade de vida, para depois cuidar do outro. Todos os ritos são simples, objetivos e de fácil execução. Praticando diariamente colhe-se resultados rapidamente
    7- Adquirindo o livro eu posso praticar os ritos sem o auxilio de um instrutor?
    Sim, este é o maior objetivo do livro e dos monges tibetanos: disseminar o conhecimento dos ritos de tal maneira que as pessoas possam beneficiar-se deles sem precisarem sair de sua casa, sem rotina monástica ou qualquer crença. Pode-se praticá-los em qualquer lugar e sem qualquer sofisticação.
     8- Durante quanto tempo preciso praticar para observar os primeiros resultados?
    Os resultados são quase imediatos e dependerá de pessoa a pessoa. Para alguns, os benefícios começam a se manifestar imediatamente após uma prática disciplinada. Quanto maior o tempo de prática maiores serão os benefícios, mas mesmo quem pratica apenas 3 ritos duas vezes por semana já colhe resultados. Embora para um resultado mais concreto, é preciso disciplina, o tempo de cada um pode variar de acordo com a sua dedicação.
    9- Como os ritos são praticados pelos tibetanos?

    Os tibetanos se utilizam dos ritos como forma de desenvolvimento pessoal, fortalecimento físico e mental, percepção de comportamentos inadequados, como método preventivo de doenças e como sedimentação de laços e também como uma forma de terapia. Eles se reúnem em família para praticar os ritos como um momento sagrado.
    10- Houve alguma adaptação nos ritos para serem praticados pelos ocidentais?

    Não, eu os ensino aqui, no Instituto LamRim, exatamente da mesma forma como aprendi com os Monges Tibetanos e que estão descritos no livro, com a mesma objetividade e simplicidade praticados por eles.


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    Quinta-feira, Agosto 30, 2007

    Os BLOGS são um fenômeno que a cada dia chamam a atenção no mundo todo pela velocidade e pela diversidade de informações que coloca na rede mundial de computação. O assunto é hoje tema da área acadêmica. Nosso BLOG DE NOTÍCIAS chamou a atenção do curso de jornalismo da Estácio de Sá, aqui em BH. A estudante Juliana Fernandes nos mandou uma série de perguntas, sobre nossa visão sobre os Blogs, para um trabalho acadêmico da turma dela. Aproveitamos e publicamos a entrevista, aqui no nosso BLOG.

    Existem discussões sobre os blogs no sentido de que todos que possuem um blog podem se tornar "jornalistas" no processo de divulgação de informações. Qual sua opinião sobre isso?

    R: Olha, acredito que ter um BLOG não significa que o cidadão ou a cidadã tenha uma formação jornalística, esteja preparado para redigir tecnicamente uma notícia - que responda aos principios de Kipling - quem, quando, onde,como e por quê? Mas é claro que um blogueiro tem à mão uma ferramenta que democratiza o fluxo de informação, que deve ser livre e responsável. Como afirma a pergunta "jornalistas" - entre aspas - ah, isso quem tem blog acaba parecendo ser, já que redige informações, embora não possa ser registrado na Delegacia do Trabalho, como um jornalista, que tenha se formado em uma Faculdade como vocês estão fazendo em breve e nós já fizemos há muito tempo. É bom destacar: na verdade quem tem um Blog não é jornalista e sim blogueiro, uma nova função que nasce com o surgimento da blogosfera. Mas virar jornalista só passando por uma Faculdade, é claro.

    Você acredita que a prática dos blogs jornalísticos vai substituir o jornalismo tradicional?

    R: A curto prazo não. Mas à medida que as novas gerações da internet forem surgindo, mais e mais, o café da manhã das famílias será à frente de um notebook ligado em um ou mais sites de notícias. Com isso, o jornlismo tradicional terá que oferecer esta opção do jornalismo eletrônico, já que o de papel, vai ficando defasado, estático, com notícias de ontem, enquanto a internet tem a notícia do momento em que acontece.

    E um fenômeno já está ocorrendo: jornalista com bom nível de informação e contando com um blog de notícias vem ocupando um espaço independente, que assusta a mídia tradicional e que encanta um público leitor crescente na rede mundial de computação.

    Recomendo: vocês que estão quase se formando fiquem atentos. Não há reserva de mercado na internet. Façam seus blogs, escrevam e busquem seus públicos. É moderno e é uma forma de contrapor sua posição de joranlista com o do blogueiro, que se for competente vai ter um público fiel, que poderia ser o seu, formado em jornalismo.


    Você criou um blogs que possui categorias, ou seja você posta matérias sobre varias editorias. Você faz todas as matérias? Como são seus critérios para definição das pautas?

    R: Nosso BLOG DE NOTÍCIAS tem seis editorias - política, economia, gente, entrevistas, artigos e geral. Não faço  todas as matérias e sim, edito o material que está na rede, que está em outros sites como do governo do estado, dos poderes legislativo e judiciário. Recebo artigos especiais de profissionais que fazem parte de minha network e notícias enviadas por E-mail por diversas fontes. A pauta defino de acordo com a filosofia de nosso blog, que é de NOTÍCIAS. Com isso, dou todas as informações, que num critério jornalístico - importância social, política econômica - ajudem ao(a) leitora do BLOG a pensar o mundo, os fatos do momento e tirar sua conclusão. O segredo está na velocidade da informação que publico no nosso BLOG DE NOTÍCIAS. Por exemplo: abro meu notebook e edito onde estiver a notícias que consigo levantar. A grande maioria da mídia tradicional só vai dar a notícias - quando dá -  no jornal de papel do dia seguinte. Costumo dizer: se o mundo acabar, os jornais do dia seguinte(?) não vão dar o fato. Já os blogs darão - em tempo real - todos os detalhes. Pensem nisso!


    Em sua opinião, quais a vantagens do blogs como ferramenta jornalística? E as desvantagens?

    R: A principal vantagem é a velocidade com que você poder redigir uma notícia e/ou publicar uma foto, editar um vídeo. A segunda é que você pode empreender - ou seja, ser seu próprio patrão. Ter seu "jornal" na internet a um custo operacional muito baixo. Você poder virar um "nanoempresário da blogosfera". Mas recomendo que faça um plano de negócios, tenha tempo disponível para atualizar seu blog 24 horas por dia. Afinal a blogosfera é um buraco negro que suga toda e qualquer informação que passa por perto.

    A desvantagem: é que a cobrança é interminável. O leitor de um BLOG quer renovação constante, atualização das notícias minuto a minuto. Quem não atualiza perde o leitor. Portanto, ser blogueiro exige empenho full time. Outra desvantagem é a dificuldade é captação de anúncios para mater o BLOG e torná-lo rentável, já que deve ser um empreendimento jornalístico como na mídia tradicional.

    RECOMENDO adquirir o livro BLOG do advogado, radialista e blogueiro americano Hugh Hewitt, para entender um pouco mais a revolução que está em efervecência no mundo da comunicação. Eu já comprei. Lí. E o tenho sempre em mãos para me motivar e orientar como agir na blogosfera. 

    "A internet está transformando o jornalismo não só nas suas práticas cotidianas, mas também na sua natureza, isto é, naquilo que se entende por jornalismo", Antonio Fidalgo.

    Gostaria que você comentasse essa afirmação.

    R: É claro que o mundo hoje é outro. O jornalismo tradicional foi concebido para um tipo de tecnologia, que nem de longe, chega perto do arsenal que temos no mundo da internet. Isto está deixando a mídia tradicional em pânico. Está perdendo a hegemonia, num palavra, o controle da informação. Saimos do mundo da comunicação de massa, para a comunicação do um a um, do indivíduo. E a ferramenta internet permite que cada um possa se expressar através, por exemplo de um BLOG - que é disponibilizado pelos provedores a custo baixo e com extrema eficiência. Temos hoje uma área de edição eletrônica de fácil acesso, bastando ter um login e uma senha. É uma revolução na comunicação mundial que ainda vai render muita análise e transfo0rmar para sempre a maneira como se faz jornalismo. Para nossa profissão vejo o fato como positivo, já que se tivermos iniciativa e criatividade, podemos ter nosso próprio jornal eletrônico independente na internet. Mãos à obra, como fizemos há pouco mais de um ano: criamos o nosso BLOG DE NOTÍCIAS, trabalhamos fukll time nele e já conquistamos quase 400 mil acessos. E estamos crescendo.

    É este o novo mundo do jornalismo. Quem não se adaptar, vai morrer profissionalmente!


    A internet não cria barreiras para nenhum tipo de informação, abordagem ou mesmo opinião. Diante disso, muitas pessoas que possuem blogs fazem deles grandes diários. Há também alguns jornalistas que aproveitam os blogs como colunas, onde predominam a opinião. Nessa visão, falando em termos de ética jornalística, pode se dizer que as matérias não ficam comprometidas quando a credibilidade?

    R: Primeiro é bom lembar que a palavra blog é nova - na verdade surgiu do termo weblog usado como diário pelos pesquisadores e professores do Vale do Silício nos EUA a partir de 1999. Log, na verdade, era o diário de bordo do capitão do navio, o registro dia a dia do que ocorre na vida de cada um. Só que agora o diário está na rede mundial à disposição de quem se identifique ou acredite no que está lendo.

    A questão da ética permeia tudo. E quando o leitor do BLOG percebe que está sendo enganado ele simplesmente deleta de sua lista de favoritos o "genial BLOG". É a punição cabal para quem abusa da paciência, aliás, abusa da inteligência do leitor. E é bom destacar ainda que na internet só navega quem tem um nível sócio-econômico e social, um poder aquisitivo elevado, que lhe permite ter várias fontes de notícias e de opiniões. Outro detalhe: não se esqueçam que ao escrever em seus BLOGS, sendo joranalista ou não, o indivíduo tem responsabilidade ética e jurídica, já que poderá estar gerando provas contra sim mesmo. Tudo poder ser usado depois por quem se julgar ofendido nos tribunais. Mas, a maior punição mesmo é quando o blogueiro percebe que sua maravilhosa audiência se evaporou. Como? É bom lembrar que quem tem blog recebe o serviço diário de estatística com os números de acessos ou da falta deles, de onde vem o acesso, tempo de duração, de que região do País ou do mundo. Portanto, quem violar a ética estara no limbro, mais cedo ou mais tarde. Hoje cada vez mais cedo!

    O que você acha dos grandes portais estarem chancelando os jornalistas blogueiros?

    R: Acho ótimo! Isto mostra que nossa categoria está conquistando um outro universo, que vem da rede mundial de computação. Que as empresas, nem todas é claro, estão aproveitando a oportunidade de ter em seus quadros profissionais bem informados, com características individuais, com informantes que confiam neles e os abastecem de informações vitais, que mantèm o nível de comunicação de seus blogs, sem as amarras das empresas. Outra coisa: ao invés de ter um blogueiro como concorrente - veja o caso do jornalista Ricardo Noblat: ele tinha um BLOG no Ig, com credibilidade conquistada ao longo de sua carreira nos grandes jornais do País. O que o jornal O Globo fez? Levou o Noblat para o jornal como atração para seus leitores.

    EM TEMPO: espero e estou articulando para que algum jornal, aqui de Minas, faça um parceria com nosso BLOG DE NOTÍCIAS, o www.joaocarlosamral.com.br

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    Quinta-feira, Novembro 8, 2007

    Nosso BLOG DE NOTÍCIAS chega hoje a 500 MIL acessos. E virou referência no meio universitário. Abaixo a entrevista que demos para o trabalho de estudantes do curso de jornalismo da Faculdade Estácio de Sá de BH. Confira!

    Oi João Carlos, 
    S
    ou estudante do 8º período de Jornalismo pela Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte e estou fazendo minha Monografia em parceria com a minha amiga Laila Pimenta.
    O nosso tema é:
    Blog, novo gênero jornalístico,
    Estudo de Caso do Blog do Jornalista Noblat.

    Através do professor Evaldo Magalhães, conhecemos o seu blog e gostamos muito. Por isso estamos te enviando um questionário com 6 perguntas (em anexo) para o desenvolvimento do nosso trabalho que deverá estar pronto no dia 20/11/07.  

    Se for possível respondê-las, ficaríamos imensamente gratas. No seu aguardo, > Andréia Bastos

                                                                            A ENTREVISTA:

     Na sua opinião, quais características um blog deve ter para ser considerado um blog de gênero jornalístico?

    JCA - A primeira coisa, é ser atualizado no mínimo cinco, dez, vinte... vezes todos os dias. E com novidades. Em tempo real. Instantaneidade é o grande segredo para manter o leitor e/ou leitora da Blogosfera atualizado sobre os fatos, que a editoria do BLOG avaliar, que vão acrescentar informação para seus leitores espalhados pela web.

    Como o BLOG é focado na imagem de credibilidade do jornalista/blogueiro o fundamental é usar o método jornalístico de apurar os fatos, com critério, checando as fontes com empenho e com velocidade - que é o combustível de qualquer Blog - usado para sair na frente da mídia tradicional, sempre mais lenta, limitada à impressão em papel.

    Portanto, para ser considerado um blog de gênero jornalístico, ele tem que acrescentar à credibilidade de quem escrever e a velocidade com quem posta as informações, um fator importantíssimo: se basear em FATOS, já que o jornalismo é uma atividade profissional que transforma - ou deveria - em notícias o que realmente acontece.

    Aí, na nossa avaliação, o que é veiculdado no BLOG, que possa ser considerado gênero jornalístico, tem que girar no que estabelece objetivamente o sistema de Kipling, na hora de redigir, ou dar uma notícia pelo rádio, pela TV, pela web, responder às famosas perguntas: quem, quando, onde, como e por quê?

     O que o blog jornalístico tem a acrescentar para os leitores de webjornais?

    JCA - O Blog jornalístico tem que acrescentar a angulação particular da apuração que o blogueiro fez de um determinado fato. Ele leva para seu blog, portanto para seu leitor, a informação em primeira mão, em tempo real. O que na maioria das vezes, aliás quase sempre, os webjornais não fazem.

    Primeiro porque o blogueiro trabalha independente da linha editorial dos webjornais. Veicula e assume a responsabilidade individual pelas informações que veicula na blogosfera. Dar a novidade apurada com suas fontes, construídas ao longo de anos de atuação no ramo jornalístico.

    Enfim: usa sua credibilidade para comunicar os fatos a seus leitores, sempre fiéis. Esses leitores só mantêem o acesso ao blog se perceber que eles encontam lá um outro ângulo dos fatos, a novidade passada no mesmo momento em ocorre. Isto é possível, porque nós blogueiros andamos sempre colados aos nossos notebooks, nossas máquinas modernas que dão acessos imediato à Internet, não importa o local onde estivermos.

    Os Blogs estão se tornando tão importantes, que muitos jornais e principalmente WEbjornais, estão contratando jornalistas blogueiros para escrever em suas páginas na rede ( veja os casos do jornalistas Noblat, Josias de Souza...).

     Como fica a questão da imparcialidade na publicação de notícias no Blog?

    JCA - A imparcialidade só é possível se o blogueiro conseguir - é a maior tarefa de qualquer bom repórter - apurar os fatos com rigor para só depois transformá-los em notícia. E um dos métodos que uso para ser imparcial é me apegar aos fatos sempre. Só dar a notícias depois de apurar se a fonte não está nos usando como veículo para passar assuntos de seu interesse pessoal ou empresarial.

    É claro que não possível evitar que algum tipo de proveito seja tirado de uma informação.Mas, o fundamental é que ela tenha o objetivo social, melhore o nível de informação de quem a ler, ouvir ou ver. E sabe qual é a punição quando algum comunicador erra, intencional ou não? É simples: perde a credibilidade, perde acessos ao seu blog e com o tempo... desaparece ou vira fantasma da web - sem acessos, sem credibilidade. Pensem nisso!

     O que te levou a fazer um blog?

    JCA - Percebí que a ferramenta eletrônica - afinal o Blog nos fornece um editor eletrônico ágil e de fácil uso - faria com que eu, jornalista que está no mercado a mais de 25 anos, tivesse um espaço de comunicação adequado à chamada economia do conhecimento. E sem precisar estar ligado a nenhum contrato de trabalho, a nehuma linha editorial de nenhuma empresa. Sem horário para escrever, sem submeter meu matrial jornalístico a ninguém. Só à minha consciência profissional e aos meus leitores. É bom lembar que isto não quer dizer revolta contra o chamado sistema. E sim, uma rara oportunidade de enfrentar um novo desafio, uma nova forma de comunicação, que está na ferramenta internet.

    Com isso, posso levar para meu BLOG as informações que não tinha aonde publicar, já que não sou funcionário de nenhum veículo, de nenhuma mídia tradicional. Sou hoje um "nanoempresário da blogosfera". Chique, não é mesmo! Olha, e tem mais: para fugir da armadilha tentadora de ficar escrevendo editoriais, artigos revoltados contra isto ou aquilo, estabelecí no meu plano de negócios, que meu blog seria um BLOG DE NOTÍCIAS, ou seja, focado nos fatos e tentando sempre, redigir ou publicar notícias que respondam aos princípios do bom jornalismo: quem, quando, onde, como e por quê?

    E tem dado certo: em 1 ano e 8 meses de blog, atualizado diariamente no mínimo dez vezes, estou com mais de 500 MIL ACESSOS. E já tenho cinco parcerias - banners empresariais - que investem em nosso BLOG apostando no alcance, na credibilidade que construimos, desde que trabalhamos como repórter político e apresentador do MGT e Bom Dia Minas na Rede Globo, até nosso trabalho como âncora do Programa Economia e Negócios, da FIEMG, na Rede Minas e nosso trabalho como âncora da TV Assembléia Legislativa de Minas, com quem temos um contrato empresarial, baseado no CNPJ e não no CPF.

     Há um blog jornalístico que você sempre acompanha? Qual?

    JCA - Mais de um, é claro. O do Josias de Souza da Folha de SP, do Noblat do Jornal O Globo, o do Claudio Humberto.

     Qual a sua opinião sobre o Blog do Noblat?
    JCA - É a melhor possível. Ele foi o meu guru, sem eu o conhecer pessoalmente. O blog dele foi minha referência para criar o meu BLOG DE NOTÍCIAS. Afinal, Noblat é um notável jornalista, um excelente repórter, um empreendedor que pela primeira vez ousou ser independente, usando a maior ferramenta da web que um comunicador poderia ter em mãos - o BLOG.

    Bem, é isso!
    Olha, obrigado pela oportunidade de colaborar com o trabalho acadêmico de vocês. Espero que tenha sido útil aos objetivos traçados pela turma de futuros colegas jornalistas. Lembarndo que todos vocês chegarão ao mercado de trabalho com a oportunidade de usar as novas ferramentas da web, entre elas, o BLOG. Acredito que muitos de vocês serão meus colegas na BLOGOSFERA. Como eu, vão virar "nanoempresários da blogosfera".
    E, obrigado pelos elogios ao nosso BLOG DE NOTÍCIAS. Por favor, continuem acessá-lo e o RECOMENDE para seus amigos e amigas, amplie minha audiência.
    Desejos-lhes SUCESSO!
    Um abraço do "noempresário blogueiro",
    João Carlos Amaral.




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    Sábado, Dezembro 15, 2007

    BLOG, BLOG, BLOG - um fenômeno em comunicação em TEMPO REAL. Confira detalhes!

    Nosso BLOG DE NOTÍCIAS chega hoje a 500 MIL acessos.
    E virou referência no meio universitário.
    Abaixo a entrevista que demos
     para o trabalho de estudantes
    do curso de jornalismo
     da Faculdade Estácio de Sá de BH.
     Confira!


    Oi João Carlos, 
    S
    ou estudante do 8º período de Jornalismo pela Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte e estou fazendo minha Monografia em parceria com a minha amiga Laila Pimenta.

    O nosso tema é:
    Blog, novo gênero jornalístico,
    Estudo de Caso do Blog do Jornalista Noblat.

    Através do professor Evaldo Magalhães, conhecemos o seu blog e gostamos muito. Por isso estamos te enviando um questionário com 6 perguntas (em anexo) para o desenvolvimento do nosso trabalho que deverá estar pronto no dia 20/11/07.  

    Se for possível respondê-las, ficaríamos imensamente gratas. No seu aguardo, > Andréia Bastos

                                                                            A ENTREVISTA:

     Na sua opinião, quais características um blog deve ter para ser considerado um blog de gênero jornalístico?

    JCA - A primeira coisa, é ser atualizado no mínimo cinco, dez, vinte... vezes todos os dias. E com novidades. Em tempo real. Instantaneidade é o grande segredo para manter o leitor e/ou leitora da Blogosfera atualizado sobre os fatos, que a editoria do BLOG avaliar, que vão acrescentar informação para seus leitores espalhados pela web.

    Como o BLOG é focado na imagem de credibilidade do jornalista/blogueiro o fundamental é usar o método jornalístico de apurar os fatos, com critério, checando as fontes com empenho e com velocidade - que é o combustível de qualquer Blog - usado para sair na frente da mídia tradicional, sempre mais lenta, limitada à impressão em papel.

    Portanto, para ser considerado um blog de gênero jornalístico, ele tem que acrescentar à credibilidade de quem escrever e a velocidade com quem posta as informações, um fator importantíssimo: se basear em FATOS, já que o jornalismo é uma atividade profissional que transforma - ou deveria - em notícias o que realmente acontece.

    Aí, na nossa avaliação, o que é veiculdado no BLOG, que possa ser considerado gênero jornalístico, tem que girar no que estabelece objetivamente o sistema de Kipling, na hora de redigir, ou dar uma notícia pelo rádio, pela TV, pela web, responder às famosas perguntas: quem, quando, onde, como e por quê?

     O que o blog jornalístico tem a acrescentar para os leitores de webjornais?

    JCA - O Blog jornalístico tem que acrescentar a angulação particular da apuração que o blogueiro fez de um determinado fato. Ele leva para seu blog, portanto para seu leitor, a informação em primeira mão, em tempo real. O que na maioria das vezes, aliás quase sempre, os webjornais não fazem.

    Primeiro porque o blogueiro trabalha independente da linha editorial dos webjornais. Veicula e assume a responsabilidade individual pelas informações que veicula na blogosfera. Dar a novidade apurada com suas fontes, construídas ao longo de anos de atuação no ramo jornalístico.

    Enfim: usa sua credibilidade para comunicar os fatos a seus leitores, sempre fiéis. Esses leitores só mantêem o acesso ao blog se perceber que eles encontam lá um outro ângulo dos fatos, a novidade passada no mesmo momento em ocorre. Isto é possível, porque nós blogueiros andamos sempre colados aos nossos notebooks, nossas máquinas modernas que dão acessos imediato à Internet, não importa o local onde estivermos.

    Os Blogs estão se tornando tão importantes, que muitos jornais e principalmente WEbjornais, estão contratando jornalistas blogueiros para escrever em suas páginas na rede ( veja os casos do jornalistas Noblat, Josias de Souza...).

     Como fica a questão da imparcialidade na publicação de notícias no Blog?

    JCA - A imparcialidade só é possível se o blogueiro conseguir - é a maior tarefa de qualquer bom repórter - apurar os fatos com rigor para só depois transformá-los em notícia. E um dos métodos que uso para ser imparcial é me apegar aos fatos sempre. Só dar a notícias depois de apurar se a fonte não está nos usando como veículo para passar assuntos de seu interesse pessoal ou empresarial.

    É claro que não possível evitar que algum tipo de proveito seja tirado de uma informação.Mas, o fundamental é que ela tenha o objetivo social, melhore o nível de informação de quem a ler, ouvir ou ver. E sabe qual é a punição quando algum comunicador erra, intencional ou não? É simples: perde a credibilidade, perde acessos ao seu blog e com o tempo... desaparece ou vira fantasma da web - sem acessos, sem credibilidade. Pensem nisso!

     O que te levou a fazer um blog?

    JCA - Percebí que a ferramenta eletrônica - afinal o Blog nos fornece um editor eletrônico ágil e de fácil uso - faria com que eu, jornalista que está no mercado a mais de 25 anos, tivesse um espaço de comunicação adequado à chamada economia do conhecimento. E sem precisar estar ligado a nenhum contrato de trabalho, a nehuma linha editorial de nenhuma empresa. Sem horário para escrever, sem submeter meu matrial jornalístico a ninguém. Só à minha consciência profissional e aos meus leitores. É bom lembar que isto não quer dizer revolta contra o chamado sistema. E sim, uma rara oportunidade de enfrentar um novo desafio, uma nova forma de comunicação, que está na ferramenta internet.

    Com isso, posso levar para meu BLOG as informações que não tinha aonde publicar, já que não sou funcionário de nenhum veículo, de nenhuma mídia tradicional. Sou hoje um "nanoempresário da blogosfera". Chique, não é mesmo! Olha, e tem mais: para fugir da armadilha tentadora de ficar escrevendo editoriais, artigos revoltados contra isto ou aquilo, estabelecí no meu plano de negócios, que meu blog seria um BLOG DE NOTÍCIAS, ou seja, focado nos fatos e tentando sempre, redigir ou publicar notícias que respondam aos princípios do bom jornalismo: quem, quando, onde, como e por quê?

    E tem dado certo: em 1 ano e 8 meses de blog, atualizado diariamente no mínimo dez vezes, estou com mais de 500 MIL ACESSOS. E já tenho cinco parcerias - banners empresariais - que investem em nosso BLOG apostando no alcance, na credibilidade que construimos, desde que trabalhamos como repórter político e apresentador do MGT e Bom Dia Minas na Rede Globo, até nosso trabalho como âncora do Programa Economia e Negócios, da FIEMG, na Rede Minas e nosso trabalho como âncora da TV Assembléia Legislativa de Minas, com quem temos um contrato empresarial, baseado no CNPJ e não no CPF.

     Há um blog jornalístico que você sempre acompanha? Qual?

    JCA - Mais de um, é claro. O do Josias de Souza da Folha de SP, do Noblat do Jornal O Globo, o do Claudio Humberto.

     Qual a sua opinião sobre o Blog do Noblat?
    JCA - É a melhor possível. Ele foi o meu guru, sem eu o conhecer pessoalmente. O blog dele foi minha referência para criar o meu BLOG DE NOTÍCIAS. Afinal, Noblat é um notável jornalista, um excelente repórter, um empreendedor que pela primeira vez ousou ser independente, usando a maior ferramenta da web que um comunicador poderia ter em mãos - o BLOG.

    Bem, é isso!
    Olha, obrigado pela oportunidade de colaborar com o trabalho acadêmico de vocês. Espero que tenha sido útil aos objetivos traçados pela turma de futuros colegas jornalistas. Lembarndo que todos vocês chegarão ao mercado de trabalho com a oportunidade de usar as novas ferramentas da web, entre elas, o BLOG. Acredito que muitos de vocês serão meus colegas na BLOGOSFERA. Como eu, vão virar "nanoempresários da blogosfera".
    E, obrigado pelos elogios ao nosso BLOG DE NOTÍCIAS. Por favor, continuem acessá-lo e o RECOMENDE para seus amigos e amigas, amplie minha audiência.
    Desejos-lhes SUCESSO!
    Um abraço do "noempresário blogueiro",
    João Carlos Amaral.



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    Quinta-feira, Dezembro 20, 2007

    Atenção! ENTENDA O QUE SÃO e COMO FUNCIONAM os BLOGS. Uma boa fonte, que recomendo, é o livro "BLOG", do advogado e blogueiro norte-americano HUG HEWITT. Comprei o meu lá na Livraria Siciliano do Diamond Mall.

    Os BLOGS são um fenômeno que a cada dia chamam a atenção no mundo todo pela velocidade e pela diversidade de informações que coloca na rede mundial de computação.
    O assunto é hoje tema da área acadêmica. Nosso BLOG DE NOTÍCIAS chamou a atenção do curso de jornalismo da Estácio de Sá, aqui em BH.
    A estudante Juliana Fernandes nos mandou uma série de perguntas, sobre nossa visão sobre os Blogs, para um trabalho acadêmico da turma dela. Aproveitamos e publicamos a entrevista, aqui no nosso BLOG.


    Existem discussões sobre os blogs no sentido de que todos que possuem um blog podem se tornar "jornalistas" no processo de divulgação de informações. Qual sua opinião sobre isso?

    JCAmaral: Olha, acredito que ter um BLOG não significa que o cidadão ou a cidadã tenha uma formação jornalística, esteja preparado para redigir tecnicamente uma notícia - que responda aos principios de Kipling - quem, quando, onde,como e por quê? Mas é claro que um blogueiro tem à mão uma ferramenta que democratiza o fluxo de informação, que deve ser livre e responsável. Como afirma a pergunta "jornalistas" - entre aspas - ah, isso quem tem blog acaba parecendo ser, já que redige informações, embora não possa ser registrado na Delegacia do Trabalho, como um jornalista, que tenha se formado em uma Faculdade como vocês estão fazendo em breve e nós já fizemos há muito tempo. É bom destacar: na verdade quem tem um Blog não é jornalista e sim blogueiro, uma nova função que nasce com o surgimento da blogosfera. Mas virar jornalista só passando por uma Faculdade, é claro.

    Você acredita que a prática dos blogs jornalísticos vai substituir o jornalismo tradicional?

    RJCAmaral:  A curto prazo não. Mas à medida que as novas gerações da internet forem surgindo, mais e mais, o café da manhã das famílias será à frente de um notebook ligado em um ou mais sites de notícias. Com isso, o jornlismo tradicional terá que oferecer esta opção do jornalismo eletrônico, já que o de papel, vai ficando defasado, estático, com notícias de ontem, enquanto a internet tem a notícia do momento em que acontece.

    E um fenômeno já está ocorrendo: jornalista com bom nível de informação e contando com um blog de notícias vem ocupando um espaço independente, que assusta a mídia tradicional e que encanta um público leitor crescente na rede mundial de computação.

    Recomendo: vocês que estão quase se formando fiquem atentos. Não há reserva de mercado na internet. Façam seus blogs, escrevam e busquem seus públicos. É moderno e é uma forma de contrapor sua posição de joranlista com o do blogueiro, que se for competente vai ter um público fiel, que poderia ser o seu, formado em jornalismo.


    Você criou um blogs que possui categorias, ou seja você posta matérias sobre varias editorias. Você faz todas as matérias? Como são seus critérios para definição das pautas?

    JCAmaral: Nosso BLOG DE NOTÍCIAS tem seis editorias - política, economia, gente, entrevistas, artigos e geral. Não faço  todas as matérias e sim, edito o material que está na rede, que está em outros sites como do governo do estado, dos poderes legislativo e judiciário. Recebo artigos especiais de profissionais que fazem parte de minha network e notícias enviadas por E-mail por diversas fontes. A pauta defino de acordo com a filosofia de nosso blog, que é de NOTÍCIAS. Com isso, dou todas as informações, que num critério jornalístico - importância social, política econômica - ajudem ao(a) leitora do BLOG a pensar o mundo, os fatos do momento e tirar sua conclusão. O segredo está na velocidade da informação que publico no nosso BLOG DE NOTÍCIAS. Por exemplo: abro meu notebook e edito onde estiver a notícias que consigo levantar. A grande maioria da mídia tradicional só vai dar a notícias - quando dá -  no jornal de papel do dia seguinte. Costumo dizer: se o mundo acabar, os jornais do dia seguinte(?) não vão dar o fato. Já os blogs darão - em tempo real - todos os detalhes. Pensem nisso!


    Em sua opinião, quais a vantagens do blogs como ferramenta jornalística? E as desvantagens?

    JCAmaral: A principal vantagem é a velocidade com que você poder redigir uma notícia e/ou publicar uma foto, editar um vídeo. A segunda é que você pode empreender - ou seja, ser seu próprio patrão. Ter seu "jornal" na internet a um custo operacional muito baixo. Você poder virar um "nanoempresário da blogosfera". Mas recomendo que faça um plano de negócios, tenha tempo disponível para atualizar seu blog 24 horas por dia. Afinal a blogosfera é um buraco negro que suga toda e qualquer informação que passa por perto.

    A desvantagem: é que a cobrança é interminável. O leitor de um BLOG quer renovação constante, atualização das notícias minuto a minuto. Quem não atualiza perde o leitor. Portanto, ser blogueiro exige empenho full time. Outra desvantagem é a dificuldade é captação de anúncios para mater o BLOG e torná-lo rentável, já que deve ser um empreendimento jornalístico como na mídia tradicional.

    RECOMENDO adquirir o livro BLOG do advogado, radialista e blogueiro americano Hugh Hewitt, para entender um pouco mais a revolução que está em efervecência no mundo da comunicação. Eu já comprei. Lí. E o tenho sempre em mãos para me motivar e orientar como agir na blogosfera. 

    "A internet está transformando o jornalismo não só nas suas práticas cotidianas, mas também na sua natureza, isto é, naquilo que se entende por jornalismo", Antonio Fidalgo.

    Gostaria que você comentasse essa afirmação.

    JCAmaral: É claro que o mundo hoje é outro. O jornalismo tradicional foi concebido para um tipo de tecnologia, que nem de longe, chega perto do arsenal que temos no mundo da internet. Isto está deixando a mídia tradicional em pânico. Está perdendo a hegemonia, num palavra, o controle da informação. Saimos do mundo da comunicação de massa, para a comunicação do um a um, do indivíduo. E a ferramenta internet permite que cada um possa se expressar através, por exemplo de um BLOG - que é disponibilizado pelos provedores a custo baixo e com extrema eficiência. Temos hoje uma área de edição eletrônica de fácil acesso, bastando ter um login e uma senha. É uma revolução na comunicação mundial que ainda vai render muita análise e transfo0rmar para sempre a maneira como se faz jornalismo. Para nossa profissão vejo o fato como positivo, já que se tivermos iniciativa e criatividade, podemos ter nosso próprio jornal eletrônico independente na internet. Mãos à obra, como fizemos há pouco mais de um ano: criamos o nosso BLOG DE NOTÍCIAS, trabalhamos fukll time nele e já conquistamos quase 400 mil acessos. E estamos crescendo.

    É este o novo mundo do jornalismo. Quem não se adaptar, vai morrer profissionalmente!


    A internet não cria barreiras para nenhum tipo de informação, abordagem ou mesmo opinião. Diante disso, muitas pessoas que possuem blogs fazem deles grandes diários. Há também alguns jornalistas que aproveitam os blogs como colunas, onde predominam a opinião. Nessa visão, falando em termos de ética jornalística, pode se dizer que as matérias não ficam comprometidas quando a credibilidade?

    JCAamaral: Primeiro é bom lembar que a palavra blog é nova - na verdade surgiu do termo weblog usado como diário pelos pesquisadores e professores do Vale do Silício nos EUA a partir de 1999. Log, na verdade, era o diário de bordo do capitão do navio, o registro dia a dia do que ocorre na vida de cada um. Só que agora o diário está na rede mundial à disposição de quem se identifique ou acredite no que está lendo.

    A questão da ética permeia tudo. E quando o leitor do BLOG percebe que está sendo enganado ele simplesmente deleta de sua lista de favoritos o "genial BLOG". É a punição cabal para quem abusa da paciência, aliás, abusa da inteligência do leitor. E é bom destacar ainda que na internet só navega quem tem um nível sócio-econômico e social, um poder aquisitivo elevado, que lhe permite ter várias fontes de notícias e de opiniões. Outro detalhe: não se esqueçam que ao escrever em seus BLOGS, sendo joranalista ou não, o indivíduo tem responsabilidade ética e jurídica, já que poderá estar gerando provas contra sim mesmo. Tudo poder ser usado depois por quem se julgar ofendido nos tribunais. Mas, a maior punição mesmo é quando o blogueiro percebe que sua maravilhosa audiência se evaporou. Como? É bom lembrar que quem tem blog recebe o serviço diário de estatística com os números de acessos ou da falta deles, de onde vem o acesso, tempo de duração, de que região do País ou do mundo. Portanto, quem violar a ética estara no limbro, mais cedo ou mais tarde. Hoje cada vez mais cedo!

    O que você acha dos grandes portais estarem chancelando os jornalistas blogueiros?

    JCAmaral: Acho ótimo! Isto mostra que nossa categoria está conquistando um outro universo, que vem da rede mundial de computação. Que as empresas, nem todas é claro, estão aproveitando a oportunidade de ter em seus quadros profissionais bem informados, com características individuais, com informantes que confiam neles e os abastecem de informações vitais, que mantèm o nível de comunicação de seus blogs, sem as amarras das empresas.
    Outra coisa: ao invés de ter um blogueiro como concorrente - veja o caso do jornalista Ricardo Noblat: ele tinha um BLOG no Ig, com credibilidade conquistada ao longo de sua carreira nos grandes jornais do País. O que o jornal O Globo fez? Levou o Noblat para o jornal como atração para seus leitores.

    EM TEMPO: espero e estou articulando para que algum jornal, aqui de Minas, faça um parceria com nosso BLOG DE NOTÍCIAS, o www.joaocarlosamral.com.br


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    Terça-feira, Janeiro 1, 2008

    Para LER e PENSAR neste primeiro dia de 2008. Nas fotos abaixo dois ilustres políticos mineiros que acompanham nosso BLOG DE NOTÍCIAS. O governador Aécio Neves e o senador Hélio Costa, ministro das Comunicações.

    BLOG, BLOG, BLOG
    - um fenômeno em comunicação
    em TEMPO REAL. Confira detalhes!

        


    Nosso BLOG DE NOTÍCIAS ultrapassa a marca dosa500 MIL acessos.
    E virou referência no meio universitário.
    Abaixo a entrevista que demos
     para o trabalho de estudantes
    do curso de jornalismo
     da Faculdade Estácio de Sá de BH.
     Confira!


    Oi João Carlos, 
    S
    ou estudante do 8º período de Jornalismo pela Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte e estou fazendo minha Monografia em parceria com a minha amiga Laila Pimenta.

    O nosso tema é:
    Blog, novo gênero jornalístico,
    Estudo de Caso do Blog do Jornalista Noblat.

    Através do professor Evaldo Magalhães, conhecemos o seu blog e gostamos muito. Por isso estamos te enviando um questionário com 6 perguntas (em anexo) para o desenvolvimento do nosso trabalho que deverá estar pronto no dia 20/11/07.  

    Se for possível respondê-las, ficaríamos imensamente gratas. No seu aguardo, > Andréia Bastos

                                                                            A ENTREVISTA:

     Na sua opinião, quais características um blog deve ter para ser considerado um blog de gênero jornalístico?

    JCA - A primeira coisa, é ser atualizado no mínimo cinco, dez, vinte... vezes todos os dias. E com novidades. Em tempo real. Instantaneidade é o grande segredo para manter o leitor e/ou leitora da Blogosfera atualizado sobre os fatos, que a editoria do BLOG avaliar, que vão acrescentar informação para seus leitores espalhados pela web.

    Como o BLOG é focado na imagem de credibilidade do jornalista/blogueiro o fundamental é usar o método jornalístico de apurar os fatos, com critério, checando as fontes com empenho e com velocidade - que é o combustível de qualquer Blog - usado para sair na frente da mídia tradicional, sempre mais lenta, limitada à impressão em papel.

    Portanto, para ser considerado um blog de gênero jornalístico, ele tem que acrescentar à credibilidade de quem escrever e a velocidade com quem posta as informações, um fator importantíssimo: se basear em FATOS, já que o jornalismo é uma atividade profissional que transforma - ou deveria - em notícias o que realmente acontece.

    Aí, na nossa avaliação, o que é veiculdado no BLOG, que possa ser considerado gênero jornalístico, tem que girar no que estabelece objetivamente o sistema de Kipling, na hora de redigir, ou dar uma notícia pelo rádio, pela TV, pela web, responder às famosas perguntas: quem, quando, onde, como e por quê?

     O que o blog jornalístico tem a acrescentar para os leitores de webjornais?

    JCA - O Blog jornalístico tem que acrescentar a angulação particular da apuração que o blogueiro fez de um determinado fato. Ele leva para seu blog, portanto para seu leitor, a informação em primeira mão, em tempo real. O que na maioria das vezes, aliás quase sempre, os webjornais não fazem.

    Primeiro porque o blogueiro trabalha independente da linha editorial dos webjornais. Veicula e assume a responsabilidade individual pelas informações que veicula na blogosfera. Dar a novidade apurada com suas fontes, construídas ao longo de anos de atuação no ramo jornalístico.

    Enfim: usa sua credibilidade para comunicar os fatos a seus leitores, sempre fiéis. Esses leitores só mantêem o acesso ao blog se perceber que eles encontam lá um outro ângulo dos fatos, a novidade passada no mesmo momento em ocorre. Isto é possível, porque nós blogueiros andamos sempre colados aos nossos notebooks, nossas máquinas modernas que dão acessos imediato à Internet, não importa o local onde estivermos.

    Os Blogs estão se tornando tão importantes, que muitos jornais e principalmente WEbjornais, estão contratando jornalistas blogueiros para escrever em suas páginas na rede ( veja os casos do jornalistas Noblat, Josias de Souza...).

     Como fica a questão da imparcialidade na publicação de notícias no Blog?

    JCA - A imparcialidade só é possível se o blogueiro conseguir - é a maior tarefa de qualquer bom repórter - apurar os fatos com rigor para só depois transformá-los em notícia. E um dos métodos que uso para ser imparcial é me apegar aos fatos sempre. Só dar a notícias depois de apurar se a fonte não está nos usando como veículo para passar assuntos de seu interesse pessoal ou empresarial.

    É claro que não possível evitar que algum tipo de proveito seja tirado de uma informação.Mas, o fundamental é que ela tenha o objetivo social, melhore o nível de informação de quem a ler, ouvir ou ver. E sabe qual é a punição quando algum comunicador erra, intencional ou não? É simples: perde a credibilidade, perde acessos ao seu blog e com o tempo... desaparece ou vira fantasma da web - sem acessos, sem credibilidade. Pensem nisso!

     O que te levou a fazer um blog?

    JCA - Percebí que a ferramenta eletrônica - afinal o Blog nos fornece um editor eletrônico ágil e de fácil uso - faria com que eu, jornalista que está no mercado a mais de 25 anos, tivesse um espaço de comunicação adequado à chamada economia do conhecimento. E sem precisar estar ligado a nenhum contrato de trabalho, a nehuma linha editorial de nenhuma empresa. Sem horário para escrever, sem submeter meu matrial jornalístico a ninguém. Só à minha consciência profissional e aos meus leitores. É bom lembar que isto não quer dizer revolta contra o chamado sistema. E sim, uma rara oportunidade de enfrentar um novo desafio, uma nova forma de comunicação, que está na ferramenta internet.

    Com isso, posso levar para meu BLOG as informações que não tinha aonde publicar, já que não sou funcionário de nenhum veículo, de nenhuma mídia tradicional. Sou hoje um "nanoempresário da blogosfera". Chique, não é mesmo! Olha, e tem mais: para fugir da armadilha tentadora de ficar escrevendo editoriais, artigos revoltados contra isto ou aquilo, estabelecí no meu plano de negócios, que meu blog seria um BLOG DE NOTÍCIAS, ou seja, focado nos fatos e tentando sempre, redigir ou publicar notícias que respondam aos princípios do bom jornalismo: quem, quando, onde, como e por quê?

    E tem dado certo: em 1 ano e 8 meses de blog, atualizado diariamente no mínimo dez vezes, estou com mais de 500 MIL ACESSOS. E já tenho cinco parcerias - banners empresariais - que investem em nosso BLOG apostando no alcance, na credibilidade que construimos, desde que trabalhamos como repórter político e apresentador do MGT e Bom Dia Minas na Rede Globo, até nosso trabalho como âncora do Programa Economia e Negócios, da FIEMG, na Rede Minas e nosso trabalho como âncora da TV Assembléia Legislativa de Minas, com quem temos um contrato empresarial, baseado no CNPJ e não no CPF.

     Há um blog jornalístico que você sempre acompanha? Qual?

    JCA - Mais de um, é claro. O do Josias de Souza da Folha de SP, do Noblat do Jornal O Globo, o do Claudio Humberto.

     Qual a sua opinião sobre o Blog do Noblat?
    JCA - É a melhor possível. Ele foi o meu guru, sem eu o conhecer pessoalmente. O blog dele foi minha referência para criar o meu BLOG DE NOTÍCIAS. Afinal, Noblat é um notável jornalista, um excelente repórter, um empreendedor que pela primeira vez ousou ser independente, usando a maior ferramenta da web que um comunicador poderia ter em mãos - o BLOG.

    Bem, é isso!
    Olha, obrigado pela oportunidade de colaborar com o trabalho acadêmico de vocês. Espero que tenha sido útil aos objetivos traçados pela turma de futuros colegas jornalistas. Lembarndo que todos vocês chegarão ao mercado de trabalho com a oportunidade de usar as novas ferramentas da web, entre elas, o BLOG. Acredito que muitos de vocês serão meus colegas na BLOGOSFERA. Como eu, vão virar "nanoempresários da blogosfera".
    E, obrigado pelos elogios ao nosso BLOG DE NOTÍCIAS. Por favor, continuem acessá-lo e o RECOMENDE para seus amigos e amigas, amplie minha audiência.
    Desejos-lhes SUCESSO!
    Um abraço do "nanoempresário blogueiro",
    João Carlos Amaral.


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    Quinta-feira, Fevereiro 14, 2008

    Para LER e Pensar! Nosso BLOG DE NOTÍCIAS atinge mais de 600 mil acessos. Obrigado!


    Nas fotos abaixo dois ilustres políticos mineiros
    que acompanham nosso BLOG DE NOTÍCIAS.
    O governador Aécio Neves,
    o vice-governador Antônio Augusto Anastasia 
    e o senador Hélio Costa, ministro das Comunicações.


    BLOG, BLOG, BLOG
    - um fenômeno em comunicação
    em TEMPO REAL. Confira detalhes!

        


    Nosso BLOG DE NOTÍCIAS ultrapassa a marca dos 600 MIL acessos.
    E virou referência no meio universitário.

    Abaixo a entrevista que demos
     para o trabalho de estudantes
    do curso de jornalismo
     da Faculdade Estácio de Sá de BH.
     Confira!


    Oi João Carlos, 
    S
    ou estudante do 8º período de Jornalismo pela Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte e estou fazendo minha Monografia em parceria com a minha amiga Laila Pimenta.

    O nosso tema é:
    Blog, novo gênero jornalístico,
    Estudo de Caso do Blog do Jornalista Noblat.

    Através do professor Evaldo Magalhães, conhecemos o seu blog e gostamos muito. Por isso estamos te enviando um questionário com 6 perguntas (em anexo) para o desenvolvimento do nosso trabalho que deverá estar pronto no dia 20/11/07.  

    Se for possível respondê-las, ficaríamos imensamente gratas. No seu aguardo, > Andréia Bastos

                                                                            A ENTREVISTA:

     Na sua opinião, quais características um blog deve ter para ser considerado um blog de gênero jornalístico?

    JCA - A primeira coisa, é ser atualizado no mínimo cinco, dez, vinte... vezes todos os dias. E com novidades. Em tempo real. Instantaneidade é o grande segredo para manter o leitor e/ou leitora da Blogosfera atualizado sobre os fatos, que a editoria do BLOG avaliar, que vão acrescentar informação para seus leitores espalhados pela web.

    Como o BLOG é focado na imagem de credibilidade do jornalista/blogueiro o fundamental é usar o método jornalístico de apurar os fatos, com critério, checando as fontes com empenho e com velocidade - que é o combustível de qualquer Blog - usado para sair na frente da mídia tradicional, sempre mais lenta, limitada à impressão em papel.

    Portanto, para ser considerado um blog de gênero jornalístico, ele tem que acrescentar à credibilidade de quem escrever e a velocidade com quem posta as informações, um fator importantíssimo: se basear em FATOS, já que o jornalismo é uma atividade profissional que transforma - ou deveria - em notícias o que realmente acontece.

    Aí, na nossa avaliação, o que é veiculdado no BLOG, que possa ser considerado gênero jornalístico, tem que girar no que estabelece objetivamente o sistema de Kipling, na hora de redigir, ou dar uma notícia pelo rádio, pela TV, pela web, responder às famosas perguntas: quem, quando, onde, como e por quê?

     O que o blog jornalístico tem a acrescentar para os leitores de webjornais?

    JCA - O Blog jornalístico tem que acrescentar a angulação particular da apuração que o blogueiro fez de um determinado fato. Ele leva para seu blog, portanto para seu leitor, a informação em primeira mão, em tempo real. O que na maioria das vezes, aliás quase sempre, os webjornais não fazem.

    Primeiro porque o blogueiro trabalha independente da linha editorial dos webjornais. Veicula e assume a responsabilidade individual pelas informações que veicula na blogosfera. Dar a novidade apurada com suas fontes, construídas ao longo de anos de atuação no ramo jornalístico.

    Enfim: usa sua credibilidade para comunicar os fatos a seus leitores, sempre fiéis. Esses leitores só mantêem o acesso ao blog se perceber que eles encontam lá um outro ângulo dos fatos, a novidade passada no mesmo momento em ocorre. Isto é possível, porque nós blogueiros andamos sempre colados aos nossos notebooks, nossas máquinas modernas que dão acessos imediato à Internet, não importa o local onde estivermos.

    Os Blogs estão se tornando tão importantes, que muitos jornais e principalmente WEbjornais, estão contratando jornalistas blogueiros para escrever em suas páginas na rede ( veja os casos do jornalistas Noblat, Josias de Souza...).

     Como fica a questão da imparcialidade na publicação de notícias no Blog?

    JCA - A imparcialidade só é possível se o blogueiro conseguir - é a maior tarefa de qualquer bom repórter - apurar os fatos com rigor para só depois transformá-los em notícia. E um dos métodos que uso para ser imparcial é me apegar aos fatos sempre. Só dar a notícias depois de apurar se a fonte não está nos usando como veículo para passar assuntos de seu interesse pessoal ou empresarial.

    É claro que não possível evitar que algum tipo de proveito seja tirado de uma informação.Mas, o fundamental é que ela tenha o objetivo social, melhore o nível de informação de quem a ler, ouvir ou ver. E sabe qual é a punição quando algum comunicador erra, intencional ou não? É simples: perde a credibilidade, perde acessos ao seu blog e com o tempo... desaparece ou vira fantasma da web - sem acessos, sem credibilidade. Pensem nisso!

     O que te levou a fazer um blog?

    JCA - Percebí que a ferramenta eletrônica - afinal o Blog nos fornece um editor eletrônico ágil e de fácil uso - faria com que eu, jornalista que está no mercado a mais de 25 anos, tivesse um espaço de comunicação adequado à chamada economia do conhecimento. E sem precisar estar ligado a nenhum contrato de trabalho, a nehuma linha editorial de nenhuma empresa. Sem horário para escrever, sem submeter meu matrial jornalístico a ninguém. Só à minha consciência profissional e aos meus leitores. É bom lembar que isto não quer dizer revolta contra o chamado sistema. E sim, uma rara oportunidade de enfrentar um novo desafio, uma nova forma de comunicação, que está na ferramenta internet.

    Com isso, posso levar para meu BLOG as informações que não tinha aonde publicar, já que não sou funcionário de nenhum veículo, de nenhuma mídia tradicional. Sou hoje um "nanoempresário da blogosfera". Chique, não é mesmo! Olha, e tem mais: para fugir da armadilha tentadora de ficar escrevendo editoriais, artigos revoltados contra isto ou aquilo, estabelecí no meu plano de negócios, que meu blog seria um BLOG DE NOTÍCIAS, ou seja, focado nos fatos e tentando sempre, redigir ou publicar notícias que respondam aos princípios do bom jornalismo: quem, quando, onde, como e por quê?

    E tem dado certo: em 1 ano e 8 meses de blog, atualizado diariamente no mínimo dez vezes, estou com mais de 500 MIL ACESSOS. E já tenho cinco parcerias - banners empresariais - que investem em nosso BLOG apostando no alcance, na credibilidade que construimos, desde que trabalhamos como repórter político e apresentador do MGT e Bom Dia Minas na Rede Globo, até nosso trabalho como âncora do Programa Economia e Negócios, da FIEMG, na Rede Minas e nosso trabalho como âncora da TV Assembléia Legislativa de Minas, com quem temos um contrato empresarial, baseado no CNPJ e não no CPF.

     Há um blog jornalístico que você sempre acompanha? Qual?

    JCA - Mais de um, é claro. O do Josias de Souza da Folha de SP, do Noblat do Jornal O Globo, o do Claudio Humberto.

     Qual a sua opinião sobre o Blog do Noblat?
    JCA - É a melhor possível. Ele foi o meu guru, sem eu o conhecer pessoalmente. O blog dele foi minha referência para criar o meu BLOG DE NOTÍCIAS. Afinal, Noblat é um notável jornalista, um excelente repórter, um empreendedor que pela primeira vez ousou ser independente, usando a maior ferramenta da web que um comunicador poderia ter em mãos - o BLOG.

    Bem, é isso!
    Olha, obrigado pela oportunidade de colaborar com o trabalho acadêmico de vocês. Espero que tenha sido útil aos objetivos traçados pela turma de futuros colegas jornalistas. Lembarndo que todos vocês chegarão ao mercado de trabalho com a oportunidade de usar as novas ferramentas da web, entre elas, o BLOG. Acredito que muitos de vocês serão meus colegas na BLOGOSFERA. Como eu, vão virar "nanoempresários da blogosfera".
    E, obrigado pelos elogios ao nosso BLOG DE NOTÍCIAS. Por favor, continuem acessá-lo e o RECOMENDE para seus amigos e amigas, amplie minha audiência.
    Desejos-lhes SUCESSO!
    Um abraço do "nanoempresário blogueiro",
    João Carlos Amaral.







                        Comentários

    #1. OSORIO TERTIUS - (Email não informado)
    JOAO CARLOS AMARAL, PARABÉNS PELA CONQUISTA DESTA MARCA, QUE RETRATA O DIFERENCIAL DE PESSOAS COMO VOCÊ, QUE TRANSFORMAM SONHOS EM REALIDADE. ABRAÇO.



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    Terça-feira, Junho 10, 2008

    Feijoada do Cabelin em Juiz de Fora, reuniu QUEM É QUEM do mundo político, empresarial, artístico... De BH, dentre outros foram à JF, o empresário Salvador Ohana ( leia-se Lojas KLUS) e o jornalista Paulo César de Oliveira/Luíza Lana. O simpático deputado/médico Mário Hering foi outra persona presente.


    Salvador Ohana, deputado Mário Heringer,
     Paulo Cesar de Oliveira e Luíza Lanna







      Comentários

    #1. cesaromero@terra.com.br
    Caro João Carlos, agradeço mais uma vez o prestígio de sua presença (e da Cida) em nossa feijoada, este ano com o número recorde de 2.100 convidados. Aproveito para também agradecer a ampla cobertura da festa no seu blog. Tudo de bom.
    Grande abraço,
    Cesar Romero.


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    Quarta-feira, Maio 27, 2009

    Vale conferir entrevista do colega da Abrajet de Minas, Paulo Queiroga, à mídia do Matro Grosso, aonde participou do Congresso Nacional da entidade que reúne jornalistas de turismo de todo o país.


    Entrevista com Paulo Queiroga, historiador,
    turismólgo, professor, presidente da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo, seção Minas Gerais – ABRAJET MG.
    Queiroga comenta sobre o setor em âmbito nacional e regional
    e dá dicas  aos gestores públicos
    para as ameaças e oportunidades do turismo.

     O SETOR

    --Comente sobre a  importância da indústria do turismo no mundo e no Brasil.

    PQ: O turismo hoje é a grande ferramenta de identificação dos povos. A indústria do turismo é uma das economias com maior índice de crescimento no mundo. O fenômeno da globalização trouxe como contrapartida uma valorização dos aspectos singulares das culturas e dos povos. Neste cenário globalizado, os destinos turísticos se apóiam em suas características próprias e diferenciadas, seja pelos aspectos culturais, arquitetura, arte, e exploram exatamente essas diferenças ofuscadas pela globalização e pela pasteurização das culturas. Através do turismo, as populações são estimuladas a manterem seus hábitos e costumes, transformam essas características em produtos turísticos e ainda cumprem o papel histórico de resistência, ou reação à globalização.
     

    --Quais são as maiores deficiências do setor no Brasil?  

    PQ: Para se pensar o turismo no Brasil deve se ter em mente que não se trata de um ou dois destinos turísticos. Sua imensidão e diversidade, embora imprimam grande riqueza para o setor, são também componentes dificultadores. É difícil para o planejador pensar o turismo no Brasil como um fenômeno colocado e a partir daí estabelecer metas estratégias e táticas que funcionem com eficiência nessa imensidão continental.

    --Como o senhor analisa a gestão pública do setor de turismo no Brasil? Pontos fracos, fortes e evolução? 
     

    PQ: O grande salto para o setor no país foi a criação do Ministério do Turismo e a consolidação de sua estrutura em âmbito democrático, como o Conselho Nacional de Turismo.

    A criação dos 65 destinos indutores em todo o país, que atuam como pólos regionais de distribuição da oferta demonstram também a preocupação dos gestores públicos com a diversidade, pois focam o planejamento nas características e potencialidades locais. Este é um super avanço.
    Mas existem problemas crônicos que são a carência de infraestutura básica na maioria dos destinos, o que dificulta a atração e permanência de turistas estrangeiros no país e a falta de visão para o turismo por parte dos administradores públicos em âmbitos estadual e municipal.

    --O que um gestor público, responsável pela pasta de turismo de uma cidade com vocação turística, deve fazer para colocar seu produto/cidade em evidência nas mídias nacional e mundial?  

    PQ: Antes de mais nada deve adequar sua estratégia de comunicação com a real dimensão de seu potencial. Transformar um destino turístico em atrativo internacional leva tempo e custa caro.
    Se a comunicação for super dimensionada e não houver estrutura de serviços locais para atender à demanda internacional, o destino será um fiasco. O gestor público em âmbito municipal deve ter em mente que o aumento da demanda do setor percorre, necessariamente, um caminho clássico: do regional para o estadual e somente após sua consolidação é que se deve pensar em campanhas em níveis nacionais e internacionais. Outro ponto é que não se pode pensar o turismo numa localidade onde há carência de serviços básicos, de água encanada e esgotamento sanitário, por exemplo.

    --Como o Senhor vê as parcerias público/privadas para alavancar o setor?

    PQ: É a forma mais inteligente de gerir essa poderosa indústria.

    Principalmente porque uma das suas características é o grande volume de setores produtivos que ele envolve, que vai deste o engraxate de sapatos aos grandes centros de convenções, passando por agências de receptivos, lojas de souvenirs, transportes, guias locais etc.

    O poder público deve ser o agente fomentador das atividades produtivas do turismo e ator direto, especialmente, na questão da infraestrutura.

    TURISMO/MINAS GERAIS
    --Quais são hoje os principais roteiros turisticos de Minas Gerais?

    PQ: Minas Gerais está hoje na vanguarda do planejamento turístico em âmbito nacional, embora haja muito o que fazer para transformar o estado num pólo receptor consolidado.

    Os circuitos turísticos criados e conduzidos pela Secretaria de Estado do Turismo, que somam mais de 40 e a Estrada Real são dois exemplos de que em Minas, a parceria público/privada para o turismo funciona com excelência.

    --Ouro preto trabalhou muito o turismo focado para o patrimônio histórico. Há uma estratégia mais especifica para se trabalhar esse foco?

    PQ: Ouro Preto é um caso a parte. A dimensão internacional que a cidade alcançou após ser considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela ONU é a grande responsável pela sua fama.

    De qualquer forma, o turismo com base no patrimônio histórico deve ser acompanhado de um extenso trabalho de conscientização da população local para a preservação do patrimônio histórico. Se não houver uma política pública focada na preservação do casario, ou dos calcamentos de rua, por exemplo, a tendência do cidadão comum e do administrador público incauto é de se seduzir pela chamada modernidade, o que acabará por destruir aquilo que um dia foi o grande diferencial de atração para o turismo. Explico: em pequenas localidades são considerados progresso o asfaltamento de ruas, a utilização expressiva de concreto armado nas construções e a descaracterização da paisagem natural e histórica. Esse equívoco tem sido responsável pela destruição de diversos presépios do turismo em todo o país.

    TURISMO/MATO GROSSO
    -- Qual sua impressão sobre  o potencial turístico do estado de Mato Grosso?  

    PQ: O Mato Grosso reúne características que lhe dão um potencial único em nível planetário. O Pantanal, por exemplo, é único no mundo. Vimos grande preocupação dos gestores em consolidar o destino, mas há muito o que realizar. Enxergo uma maturidade do setor em Mato grosso somente a longo prazo, quando o estado fizer sua parte em infraestrutura, o que mobilizará a iniciativa privada a investir recursos na atividade produtiva do turismo.
                                                                                                       

    --E sobre o potencial turístico da Chapada dos Guimarães?
    PQ: Os produtos principais de Chapada dos Guimarães, além da natureza exuberante são a paisagem urbana, relativamente bem conservada e a aura de misticismo e de paz que o lugar inspira. Tivemos a notícia de que será construído um teleférico com recursos do estado. Embora teleférico seja um tradicional atrativo, é importante que os gestores públicos saibam dimensionar se é este o momento para isso. Os teleféricos, no mundo inteiro, são construídos quando o destino oferece estrutura de hospedagem, alimentação e lazer em níveis compatíveis com uma demanda exigente. Aparentemente, um teleférico em Chapada dos Guimarães, atualmente, está super dimensionado para o local. Com todo o encanto do lugar, creio que seja um "passo maior do que as pernas". Com o teleférico corre-se o risco da cidade perder exatamente o que atrai as pessoas para lá: Aquele ar simples e de paz de uma vila mística.

    --Chapada dos Guimarães reúne atrativos variados, com belezas naturais, história, misticismo e esoterismo. Como trabalhar produtos tão diferenciados? 
     

    PQ: O mix de produtos turísticos de Chapada pode atrair turistas do mundo inteiro ligados a este tipo de ofertas. Esses produtos não são tão diferenciados assim. Pelo contrário, Felizmente, natureza, história e misticismo ocupam o mesmo lugar na prateleira das ofertas turística em todo o mundo. O gestor público precisa aprender a comparar e acompanhar, através de pesquisas, a demanda de turistas com a oferta de serviços turísticos locais.

    --Como envolver a comunidade local num projeto de desenvolvimento turístico?

    PQ: Os conselhos municipais de turismo são o mais legítimo e eficaz meio de se estabelecer uma política de turismo em nível municipal. A população deve se envolver nas decisões, mas cabe ao poder público o papel didático de sensibilizar a população para os reais objetivos deste colegiado.

    JORNALISMO/TURISMO

    --Faça uma análise histórica do jornalismo turístico no Brasil.
    PQ: A ABRAJET, com mais de 50 anos e extensa participação política, é a mais antiga entidade que reúne profissionais do jornalismo turístico no Brasil. Atualmente, a ABRAJET tem assento no Conselho Nacional de Turismo e participa de praticamente todas as macro decisões do setor, além de apoiar institucionalmente as mais importantes iniciativas do turismo produtivo, como congressos, feiras, encontros exposições etc.

    --Qual a contribuição efetiva da divulgação jornalística  para o setor turístico? 
     

    PQ: O jornalismo de turismo é o elo fundamental entre o setor produtivo, o poder público e o consumidor dos produtos turísticos. 
     

    --Quantos jornalistas especializados em turismo temos hoje no Brasil?  

    PQ: Ligados à ABRAJET, são mais de 300 profissionais.
     
     

    -- E quantos veículos especializados temos hoje no país?

    PQ: Além de jornais, revistas e programas especializados de rádio e televisão, grande parte da imprensa de turismo é composta por cadernos e editorias em veículos de maior abrangência. Praticamente, todos os grandes veículos de comunicação tem o turismo com uma de suas editorias.

    --Como a Abrajet vem trabalhando a relação com os demais representantes da associação em todo pais?

    PQ: Somos hoje, praticamente uma família de profissionais, onde os temas mais diversos do setor são debatidos. Há ainda uma grande interatividade de conteúdos, onde uns escrevem matérias para os colegas publicarem em seus veículos regionais e isso tem dado bons resultados institucionais e para o setor de turismo.
     



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    Quinta-feira, Junho 11, 2009

    Emocionante e reveladora. É a entrevista feita pelo nosso amigo renomado jornalista Hiran Firmino da REVISTA ECOLÓGICO deste mês com o saudoso prof .Hugo Werneck, que eu entrevistei várias vezes na Rede Globo no início movimento ecológico no país lá pelos idos dos anos 80.

    Hugo Werneck, conservacionista e educador ambiental
    "O Amor Vencerá"

    Hiram Firmino - redacao@revistaecologico.com.br

    O mestre dos ambientalistas no aconchego do lar, em sua última entrevista à revista Ecológico: contrariando Saramago

    Aqui, na íntegra, o último recado do fundador e ex-presidente do Centro Para a Conservação da Natureza em Minas Gerais, que pregava o amor e amava os pássaros e as borboletas

    Meu último encontro com Hugo Eiras Furquim Werneck, considerado por muitos o Pai do Ambientalismo Brasileiro,  se deu em 2008. Foi há quase oito meses, antes da lua cheia de novembro de 2008, à vespera do lançamento da Revista ECOLÓGICO. Eu fui à sua casa, no bairro São Pedro, em Belo Horizonte para participar-lhe a idéia da linha editorial da nova publicação. E pedir-lhe autorização não apenas para nos apadrinhar com a sua filosofia e amorosidade pela causa, como também para dedicar o nascimento e a existência da revista à sua história de vida e pioneirismo na luta ambiental que hoje comove e pode significar a sobre vivência ou não da humanidade. Foi a forma que encontramos de homenageá-lo e agradecermos permanentemente seus ensinamentos,  antes e depois da sua morte iminente.

    Mesmo magro e andando com dificuldade, com auxílio de aparelhos, devido ao estado avançado de um câncer fulminante nos pulmões, ele nos recebeu com a douçura de sempre. Aos 89 anos e acompanhado de Maria da Penha, sua segunda esposa e companheira fiel até o final de seus dias, Hugo não se queixou uma só vez. Nem de Deus, nem dos poluidores, muito menos da natureza e de quem ainda a degrada, apesar do placar desfavorável. Apenas sua voz saía embargada, por estar respirando e falando com dificuldade, inclusive com ajuda de um concentrador de oxigênio, via cateter nasal, 24 horas cotidianas.

    Revista Ecológico – Então, doutor Hugo, como vão as coisas?

    HUGO WERNECK – Você não morre tão cedo, rapaz! Tenho uma novidade pra te contar. Estou doido para receber alta e poder voltar ao trabalho que estava fazendo com as comunidades ribeirinhas do Rio São Francisco. Meu tema agora, antes de ecológicos, é contribuir para formarmos cidadãos íntegros. E para isso eu tenho de falar dos valores da família, da escola e da sociedade. E do amor que também anda sumido nas relações atuais. Afinal, não nascemos humanos, nos tornamos humanos. Valores também são presentes na natureza, nos pássaros.....

      

    Como assim?

    Falo da importância do respeito mútuo e, sobretudo, no querer bem o outro, algo que existe genuíno e é mais visível nos animais. Hoje eu sou viúvo, casado outra vez e agradeço a companhia que Deus me deu. Mas sempre penso no primeiro casamento com Wanda, no qual eu vivi 56 anos na mais profunda felicidade. Nunca tivemos um atrito que estremecesse a nossa relação. Havia divergências, sim, e pensar diferente não significa ser inimigo, faz parte também da democracia doméstica. Graças a esse entendimento prévio, à tolerância mútua que é fundamental no convívio humano, nós aprendemos a transformá-las, mesmo de maneira errática, no caminho da perfeição.

    E o quê o senhor fala sobre o amor em suas viagens?

    Que ele é tudo de melhor que temos de cultivar em nós. De resgatar, inclusive, o sentido da relação de intimidade entre o homem e a mulher, onde, com o tempo, o amor ultrapassa o valor da sexualidade. Que essa transformação, tal como as borboletas que saem do estado larval para voar e ganhar a liberdade, ocorre de maneira absolutamente natural e na base do diálogo. Desejo bilaterial, decisão bilateral. Isso é muito importante e deve ter ressonância. Todas as relações, onde prevalece o afeto e o cuidado mútuos, verdadeiros, são assim. Veja os pássaros. Eles criam relações exemplares. Voam e cantam juntos, seja em tempos discretos como no verão, ou eloquentes no verão. Comem juntos, têm tempo para si. E como já disse o mestre Jesus, nunca vemos um pássaro qualquer mendigando ou morrendo de fome feitos os humanos.

    Freud, que defendia que a cura pela psicanálise advinha do ato do ser humano basicamente falar e tomar consciência de seus problemas, morreu de câncer na garganta. Gandhi e Lennon pregaram o pacifismo e ambos morreram vítimas da violência. E o senhor que só fala em amor e compreensão, agora também não pode falar, por causa de um câncer violento nos pulmões. Como explicar isso? Não se revolta, não acha que Deus está lhe sendo injusto?

    Revoltar contra o quê, meu filho,  se só tenho a agradecer? Nunca me preveni dessas coisas. Também nunca fumei um cigarro, a não ser nos meus primeiros tempos de casado, acompanhava Wanda e tomava cerveja preta. Isto ocorreu a cada nascimento de nossos 11 filhos. Nunca vi minha mãe nem meu pai, que não eram ricos se revoltarem com a vida,  mesmo quando mudaram para Belo Horizonte em meio a todas dificuldades. Na verdade, quando me disseram que eu tinha tuberculose ou câncer, eu logo pensei e me resolvi: tenho de aceitar e seguir os caminhos de Deus. Tenho um enjôo permanente, sim, mesmo quando como pequenas coisas. E não tenho mais o apetite de antes. Mas é engraçado. Não faz falta. Olha aí uma outra vantagem!..

    Não sente dor?

    Só um pouco, no início. Hoje tem remédio pra tudo. Mas, de qualquer forma eu tenho de confessar. Meu final de vida está é muito suave, tranquilo. Estou tendo mais tempo para pensar na minha paternidade e meus filhos me enchem de ternura.  Essa é a dádiva de ter, plantar e cultivar relacionamentos afetivos. A colheita, como numa lavoura orgânica, sem uso de pesticidas e outras deformidades, é certa.

    Onde o senhor, que agora não pode mais ter contato com a natureza, busca essa resignação?

    Não é resignação. É agradecimento. Hoje eu tenho e convivo com três médicos, rapazes ainda, de outra geração. São cheios de idéias diferentes, algumas até mais evolutivas que as minhas. Como aprendo a ser mais humilde com eles! Sou grato, enfim, pela oportunidade que Deus me deu para viver toda e qualquer experiência humana, positiva ou negativa, e a descoberta de um segredo.

    Que segredo?

    O segredo de nunca se comparar ou fazer comparação entre as pessoas. É não impor nada. Deixá-las livres em seu livre arbítrio. Todos os meus filhos fumaram e a nenhum deles eu disse que parassem. Isso é responsabilidade de cada um, de cada ser humano consciente de sua missão consigo mesmo e com a saúde do planeta, se deve ou não cuidar da sua saúde, da sua própria vida. E não mais se poluir, poluir o outro.

    Que destino o senhor vislumbra para o planeta e a humanidade?

    A humanidade marcha com dificuldades. Desde Cristo, os grandes pensadores, só se ouve falar em crimes, só se aponta o erro, a corrupção. Tudo bem, isso é o mundo real e não podemos fugir à sua realidade. Mas ninguém fala de uma coisa chamada  virtude. Nós precisamos de gente que saiba que está fazendo o bem, que tem a convicção que esse é caminho, a força e o instrumento poderoso que temos e não usamos, pouco divulgamos. As pessoas devem repensar naquilo que acreditam. É por isso que agarro-me com todos os dedos no amor. Não existe mais dom e instrumento de mudança que ele.

    Saramago disse uma vez, e o senhor o contestou na época, que o ser humano é uma praga no universo, que o ego e o ódio, e não o amor, vencerão no fim, com a escalada da sua presença nada ecológica em todo o planeta. Continua contradizendo ele?

    Claro. O amor vencerá sim. O mundo está mudando mais depressa do que somos capazes de perceber e encarar. A natureza se recompõe e existirá sem o homem, mas o contrário não é possível. No entanto, não há sentido da vida, sem a existência do homem em interação com a natureza,  e que seja norteado pelo encantamento e amor a natureza, pois esse homem também é elemento da natureza, gerado pelo mesmos Criador. Se a consciência ambiental chegar apenas através do intelecto, a humanidade ficará apenas mais culta do ponto de vista ecológico. Mas se a tocarmos pelo afeto, pelo coração, a mudança e a salvação serão inevitáveis. Não existe outro caminho. Quando qualquer pessoa, rica ou pobre, branca ou amarela, enxergar uma borboleta e disser: "Que beleza!", pronto. Ela estará sensibilizada. E jamais se negará a ajudar quando um seu semelhante, ainda num estado socialmente larvário lhe pedir esmola, mesmo se for um impostor.       

    Seu pai gostava da natureza também?

    Muito. Como eu tinha desejo de pegar passarinhos, um dia ele inventou uma frase para os meus castigos, que não foram poucos: "Maltratar animais e plantas é indício de mau caráter", que tinha de repetir escrevendo. Eu não sabia o que era "indício". Escrevia 100 vezes e, quando tinha folga e sabia que ia desobedecê-lo outra vez, já deixava previamente escritas outras 100 dessas frases. Parece que aprendi o significado delas.

    Que recado o senhor mais gostaria de passar aos nossos leitores?

    Que eles se tornem pessoas pensantes, que usem sua inteligência para se descobrirem e tornarem capazes de amar, descobrirem novas formas de expressá-lo em suas vidas cotidianas e na profissão que exercem. Até na política ambiental não existe sua contra-indicação para isso.

    Na política?

    Vou te dar um exemplo. O maior erro que existe na nossa legislação, baseada tão somente na fiscalização e controle, é transformar os atos contra a natureza em crimes, é transformar o sujeito ou a empresa que a degrada em criminoso. Ao fazer isso, a nossa jurisdição transforma e consolida alguém que fez uma coisa errada em bandido. Perante os mecanismos da natureza que nos protege, alimenta e nos faz viver, quem a degrada o faz por ignorância, por não ter podido aprender a sua grandeza, da qual depende para viver. Uma pessoa assim, por ignorar de maneira suicida tamanha obra de Deus, a ponto de agredí-la, merece o nosso apoio e não julgamento.

    Como assim?

    Crime supõe intenção, e nem sempre existe isso. Se rotulada de bandida, criminosa, aí sim, ela pode se transformar nisso pelo resto da vida. Já o contrário, ao perdoá-la e esclarecê-la através do que chamamos de educação ambiental, podemos estar transformando esta mesma pessoa em uma defensora do meio ambiente. Veja o caso dos caçadores de ovos de tartaruga no Brasil. Hoje esses próprios nativos ganham inclusive mais dinheiro, como funcionários ou prestadores de serviço ao Ibama, para defendê-las. Tal como uma borboleta em seu processo de transformação, uma criança delinquente não merece punição, mas que a transformemos em um cidadão digno amanhã. Imagine se matássemos ou aprisionássemos todas as larvas de borboletas? Não existiriam as borboletas adultas, esvoaçantes em sua beleza, leveza e graça. Não existiram as "cores que voam" a nos encantar,  como uma criança uma dia me ensinou a vê-las, visitando o borboletário da Fundação Zôo-Botânica de Belo Horizonte.Já pensou nesta criação e Deus? Uma cor que voa? Só isso, a beleza do mundo, deveria bastar para respeitarmos, amarmos e preservarmos a natureza. 

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    Sexta-feira, Fevereiro 19, 2010

    A VEZ DO VICE. Vale conferir a entrevista feita pelo jornalista Flávio Penna, com o presidente da Assembléia, deputado Alberto Pinto Coelho, do PP. O deputado é a noiva cortejada na sucessão do governador Aécio Neves. A entrevista está na edição fevereiro da excelente Revista VIVER BRASIL do jornalista Paulo César de Oliveira. Confira!!!

    Entrevista




    Agora, o executivo


    Presidente da Assembleia Legislativa de MG por dois mandatos, Alberto Pinto Coelho (PP), virtualmente candidato a vice-governador na chapa com Anastasia, diz-se preparado e motivado para novos desafios


    Texto: Flávio Penna | Fotos: Sergio Amzalak
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    Ele ocupa a presidência da Assembleia Legislativa já por dois mandatos, reeleito que foi. Com rara capacidade de ouvir, conciliar e levar à convergência, Alberto Pinto Coelho só não é ainda o candidato a vice na chapa do PSDB por uma questão cartorial. Depende de homologação da convenção. Esta posição ele alcançou por sua liderança. Numa tarde do ano passado, durante sessão plenária do Legislativo, teve seu nome lançado para ser o vice na chapa oficial. A reação do plenário foi surpreendente. Até deputados que estarão no palanque da oposição em outubro, ocuparam o microfone para exaltar suas qualidades. Alberto, votado em 750 municípios mineiros e respaldado pelo apoio de pelo menos 54 companheiros da Assembleia topou o desafio e busca transformar em apoio partidário, a colaboração parlamentar à chapa de Antonio Anastasia. Aqui um pouco o que pensa o deputado pré-candidato sobre política mineira, em especial.







    O surgimento dos nomes do vice-presidente José Alencar e do ex-presidente Itamar Franco, no processo sucessório mineiro, causa mudanças nas negociações que vinham sendo feitas?
    São dois nomes de grande estatura política e se eles estão no processo têm que ser considerados. Naturalmente é um quadro, que no caso específico do vice-presidente, envolve uma situação particular, pelo momento que ele vive com sua saúde. Outro dia, num encontro do Ministério Público, do qual participei também, ele disse que, se a saúde permitir, e se os eleitores desejarem, colocará o nome para disputar uma vaga ao Senado. Numa conversa descontraída afirmou que nesta altura a contribuição que gostaria de dar é no Legislativo. Dada a sua saúde, ele não se disporia a participar de disputa pelo Executivo. Já o presidente Itamar Franco é um homem com grandes serviços prestados ao estado e à nação e que se coloca à disposição. Usando uma metáfora, já garantiu que colocou o meião e calçou as chuteiras e está à disposição. Isto engrandece o quadro político não apenas mineiro, mas nacional. Os próximos movimentos é que vão desdobrar esta equação nas coligações, mas em decorrência do quadro nacional.
    O governador já se coloca candidato ao Senado e agora aparecem dois outros nomes. Eles vão se enfrentar nas eleições?
    Eu diria que os três, sem deixar de considerar outros nomes também importantes, inclusive do senador Hélio Costa que é pré-candidato ao governo de Minas, são de muita relevância o que sinaliza uma disputa  acirrada. Serão apenas duas cadeiras, o que abre a oportunidade para quatro nomes. Itamar Franco e José Alencar são apon­tados, no âmbito de Minas Gerais, como candidatos ao Senado. Mas eu entendo que o nome do ex-presidente Itamar é uma grande reserva do estado para compor como vice na chapa nacional do governador José Serra.
    O senhor ainda acredita nesta possibilidade?
    Os mineiros se ressentem de não ter o nome do governador Aécio disputando as eleições e um como o do presidente Itamar Fran­co pode mudar o ânimo.
    O senhor que é político, que conhece a alma do político, acredita que quem já foi o mais, aceitará ser o menos?
    Isto depende muito, como você colocou, do que vai na alma. Quando se dispõe a servir, e entendendo que para Minas Gerais ficar à disposição para uma composição é realmente relevante, naturalmente ele não terá vaidades e veleidades pelo fato de ter sido presidente da República. Como, no caso do Itamar Franco, ele foi presidente da República e depois veio a ser governador.
    E o processo sucessório mineiro, como está seu encaminhamento?
    Eu vejo o processo mineiro como o desdobramento da equação nacional. Vamos ter duas candidaturas, uma retratando o Partido dos Trabalhadores e aquilo que ele conseguir levar de coligação, e a do atual vice-governador, que será governador a partir de abril. Ou seja, o ocupante do Palácio da Liberdade é um candidato natural à reeleição. Eu vejo hoje uma satisfação mui­to grande dos mineiros como um todo, com o governador Aé­cio Neves. Então vejo a  8 candidatura do vice com grandes possibilidades de êxito sem, no entanto, desmerecer o quadro mineiro como um todo, com no­mes expressivos na disputa, como os colocados pelo Partido dos Trabalhadores e o do senador Hélio Costa. Mas eu acho que há um forte sentimento dos mineiros de dar sequência à administração atual com os avanços que ela possa ter. Este é também o sentimento na classe política. Eu ouço dizer que se o PMDB fechar acordo com o PT em Minas assegura a unidade da base de apoio do presidente Lula, o que é uma falsa colocação, pois a maioria dos partidos que compõem a base de sustentação do presidente apoia, em Minas, o governador Aécio e tem uma tendência natural de continuar no arco de alianças.

    Numa disputa sucessória estadual, quem tem mais capacidade de transferir votos ao seu candidato: o presidente ou o governador?
    Sem sombra de dúvidas, o governador influencia mais. E isto é uma realidade em todos os estados. A eleição presidencial fica mais distante do eleitor. Aqui em Minas o governador Aécio Neves não será  cabo eleitoral. Será general eleitoral.
    O senhor é apontado como o mais provável companheiro de chapa do candidato do PSDB, Antonio Anastasia. Mas todos sabem de suas relações estreitas com o senador Hélio Costa. Como encara esta situação de bater chapa com o seu amigo pessoal?
    Realmente tenho boa relação com o ministro Hélio Costa. Mas hoje o meu partido, o PP, tem afinidade total com o projeto do governo Aécio Neves e, por isso, com a tendência natural de caminhar com o candidato indicado pelo governador. Se eventualmente vier a compor a chapa, me sentirei muito à vontade, pois estarei num campo que tem muita identidade com o meu partido e com minha visão política. Naturalmente respeitando muito o senador Hélio Costa e sua trajetória como homem público.
    Política é a arte de correr riscos. O senhor esta­rá largando uma reeleição certa por uma incerta, caso seja mesmo o vice. O que o motiva?
    O que me motiva é poder participar de um governo com a mesma dimensão da administração de  Aécio Neves. A vida impõe desafios. Não fico prisioneiro de mandato uma vez que terei a oportunidade de ser companheiro de chapa do futuro governador e poder contribuir também, quem sabe, no Executivo.
    O senhor já tinha pensado em concorrer a um cargo do Executivo ou se entusiasmou com o apoio manifestado por deputados que, no plenário, lançaram o seu nome para vice?
    O seu nome ser lançado a uma candidatura majoritária, eu sempre soube que teria que ser muito além da própria força ou até das forças partidárias. Ela tem que ser uma convergência de forças políticas, às vezes acima até dos partidos. Os que me lançaram viram em meu nome a oportunidade do parlamento estar representado numa chapa para a disputa do Executivo. Na composição de chapa majoritária, é pertinente se buscar grande líder de uma região. Eu diria que é a partir do apoiamento de meus pares no Legislativo estadual é que eu me credencio. Teve um parlamentar que foi muito feliz em sua colocação. Ele disse que, se consigo agregar 54 parlamentares que representam 700 municípios e, portanto, 700 prefeitos espalhados por todo o estado, meu nome estaria lastreado politicamente em todas as regiões de Minas por meio dos deputados que apoiam.

    O senhor já está discutindo a composição da chapa?
    Antes eu queria dizer que existe um certo desconforto para falar sobre vice. Até porque vice não é postulação. Eu não me lanço vice. Eu estou sendo posto como vice, embora tenha que me colocar como pré-candidato como um nome inicialmente de meu partido, com apoios, sem o que nada prospera. Conversar eu converso muito, mas estou aguardando o momento...
    Mas o senhor já não aguarda com tanta ansiedade, pois seu nome é um dos mais fortes. O senhor já se considera certo?
    Não, eu vejo o meu nome como uma opção. Não sei nem avaliar se é o mais forte.  Este arco de aliança pode vir a contemplar ainda o PMDB. Agora, naquilo que compete a um pré-candidato, eu estou fazendo a minha parte.
    O apoio à candidatura do vice Anastasia vai refletir o que existe hoje na Assembleia, com PT e PMDB na oposição e os demais partidos apoiando?
    Hoje eu vejo uma dificuldade interna no PT e no PMDB que poderá desaguar numa dissidência, nu­ma certa apatia. Eu acrescento ainda uma visão que é bastante realista. Os partidos, na realidade, têm contribuição nas eleições majoritárias no tempo que oferecem para a propaganda eleitoral. Você não vê entre as lideranças municipais uma correspondência biunívoca, em que um prefeito de determinado partido vote num deputado e no candidato majoritário da mesma agremiação. Isto é uma realidade que há muito tempo se torna mais aguda em cada eleição. A liderança municipal e o eleitor não excluem candidato de outra legenda para votar apenas no de seu partido.Vota naquele que achar que melhor representa os interesses da cidade. Então, imaginar que um partido é forte pelo número de filiados ou de prefeitos que elegeu, é uma meia verdade. Não estou tirando a representativa partidária do parlamentar. Falo sobre a realidade do voto. Isto é o resultado da pulverização dos partidos, com legendas sem qualquer compromisso. É preciso uma reforma eleitoral.
    Acha que haverá uma renovação profunda?
    A minha vivência mostra que sempre há índice de renovação que fica na casa dos 30%. Isto é fácil de explicar. Quando se fala em política de forma genérica, há uma grande rejeição, mas quando o eleitor trata especificamente de um político, a rejeição não tem esta dimensão.
     
    Caso seja confirmado na chapa continuará na presidência da Assembleia?
    Eu não vejo necessidade de licenciar-me. Considero perfeitamente conciliável. O trabalho legislativo se dá fortemente em três dias da semana: terça, quarta e quinta. Nos outros dias não há sessões deliberativas de plenário, o que nos permite intensificar a representação parlamentar. A campanha no interior do estado dá-se, normalmente, no final de semana. Além disto, numa campanha para o governo, a figura central é o candidato a governador. Cabe ressalvar o dever da minha conduta, como presidente do Legislativo, de maneira imparcial, atuando, como magistrados, fora dos contornos do processo eleitoral.
    Minas tem hoje quatro pré-candidatos. Todos com condutas inatacáveis. Isto é um privilégio?
    É realmente privilégio. Vou adiante, vivemos um momento singular pela presença de lideranças empresariais na expectativa de ocuparem postos de relevância em entidades nacionais. É o caso do Robson Andrade que deverá ser o novo presidente da Confederação Nacional da Indústria, entidade que representa 30% do PIB nacional.
    A ministra Dilma nunca disputou eleições e se­rá candidata. Anastasia nunca disputou eleições e será candidato. Isto significa o quê?
    Quinze anos atrás, eu convivia no meio político e era visto como técnico. Hoje sou visto como político. No caso do professor Anastasia, eu vejo alguém que é um técnico renomado, talvez o mais renomado, mas que prima por sensibilidade política, visão política de poucos. Já a ministra Dilma Rousseff, o que a credencia é ser gerente competente, autocrata que bate na mesa, mas para governar é preciso ter capacidade de ouvir, de acertar, à medida que conseguir convergir todas as opiniões. Se o presidente Lula, com os índices de aprovação que alcança, tivesse no seu campo alguém com os atributos do pro­fessor Anastasia, este candidato não estaria derrapando num patamar de 20%.











    Divulgação
    Divulgação


    Biografia credenciada

    Apoio ele tem. Alberto Pinto Coelho – eleito e reeleito presidente da Assembleia, com 74 dos 77 votos possíveis – tem o nome apoiado pelos 12 partidos e pelos 58 parlamentares da base do governo Aécio Neves, para ser o vice na chapa de Anastasia.
    Ele é considerado por políticos mineiros como um dos melhores presidentes que a Assembleia já teve. E não é por acaso. Alberto Pinto Coelho agrega ao trabalho legislativo carreira
    de mais de 30 anos, como administrador, gerente e diretor
    da extinta estatal mineira de telecomunicações (Telemig),  considerada a empresa modelo do sistema Telebrás



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    Segunda-feira, Maio 10, 2010

    Novas ideias. Novo rumo. Vale conferir entrevista do presidente eleito da FIEMG, o empresário OLAVO MACHADO Jr.. Ele toma posse dia 27 de maio. E concedeu entrevista exclusiva ao jornalista Flávio Penna - para excelente revista VIVER BRASIL de Paulo César Oliveira.Vale conferir o que pensa o novo presidente da Fiemg.


    Defensor voraz


    Assim podemos definir Olavo Machado, que assume a presidência da Fiemg neste mês de maio, quando o assunto é a indústria mineira


    Texto: Flávio Penna | Fotos: Petrônio Amaral
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    Olavo Machado Júnior é um engenheiro que se orgulha de ser empresário, de "nunca ter trabalhado como engenheiro com carteira assinada". Desde que se formou, dedica-se inteiramente à empresa do setor elétrico que fundou. Há mais de trinta anos vive a Fiemg, participando de sucessivas diretorias.
    Neste mês de  maio, no dia 27, atinge o cargo máximo, assumindo a presidência da entidade para a qual foi eleito com 98% dos votos do colégio eleitoral da federação. Defensor intransigente da empresa mineira, Olavo Machado cobra do governo a valorização do empresário local que, segundo ele, precisa ter a garantia de, no mínimo, regras iguais na concor­rência com a indústria estrangeira. Com a igualdade, sem protecionis­mo, ele aposta na capacidade de nossos industriais.

    Dos empresários de verdade, não "dos bandidos que são tratados como empresários", ressalva ele, nesta entrevista.
    Minas foi o estado que mais perdeu receita com a crise econômica. Qual a perspectiva de recuperação com a retomada da economia?
    Nós temos um vício de julgar a economia por média. Isto significa que um lado pode estar muito bom e o outro muito ruim. Então a primeira coisa que precisamos fazer é analisar a economia dentro de um quadro mais real. Bom, neste aspecto a grande empresa vai muito bem. Ela está estruturada, tem mercado internacional.
    O problema é que a grande empresa mineira trabalha com commodities. A pequena e média são as que fazem PIB, que agregam valor. Então quando você tem poucas empresas que agregam valor às commodities, você sofre muito mais numa crise.
    São Paulo sofreu menos porque tem mais diversificação, com empresas com grande capacidade de agregarem valor em quase todo os segmentos industriais. Isto não significa que a gente deve parar de vender commodities. O que devemos fazer é agregar valor a pelo menos uma parte delas, dando assim maior diversidade ao nosso parque industrial.
    Por que a indústria mineira é tão pouco diversificada, com pouca capacidade de agregar valores?
    Se você revir a nossa história, verá que há séculos estávamos voltados pa­ra a mineração. Por outro lado, nós nos preocupamos muito com o que os outros estão ganhando, quando deveríamos nos preocupar com o quanto estamos ganhando. No capitalismo não pode haver constrangimento em ter lucro.
    Quando há o lucro, a empresa flui normalmente, quando não há, os problemas surgem. Quem trabalhou muitos anos como fomos obrigados a trabalhar, com uma economia de Terceiro Mundo, acaba criando um enorme passivo. Se você pegar a legítima indústria mineira, verá que ela tem passivo trabalhista, passivo ambiental, financeiro. Então este empresário só vai recuperar este passado apoiado em ações governamentais.
    Fora disto fica muito difícil. Aí você tem que buscar empreendedores de fora, reconhecendo nossa incapacidade de empreender. Só como exemplo, veja o setor de couro, dos curtumes. Nós criticamos muito o setor, acusamos os empresários de serem despreparados, não terem sensibilidade enquanto em outros estados, com rebanho muito menor que o nosso, a atividade é exercida com tecnologia, sem poluição, com grande eficiência.
    Mas é que o nosso empresário vem do passado, quando o trabalho de curtir o couro era secundário. Hoje é uma atividade nobre, que agrega valor a um produto, gera riqueza e empregos. Então o que precisamos fazer é apoiar este empresário, dar a ele condições, por pior que ele tenha sido, porque ele conhece a expertise do negócio. Então falta apoio para que o mineiro, que é bom empreendedor, se desenvolva.
    O senhor diria então que está ocorrendo uma desmineirização de nosso setor industrial? Temos poucos empresários mineiros?
    Não tenha dúvida. Acho que esta é a grande preocupação. Primeiro nós estamos vendo a migração das decisões para fora do estado. É que a maneira de tratar o empresário daqui está errada. Eu não sou contra a fiscalização, o cumprimento das regras, temos de ser rigorosos, mas tem que ser com todos, de dentro e de fora.
    Então quando eu vejo uma verdadeira multinacional do setor elétrico, como a Cemig, deixar para trás nossas empresas produtoras de material elétrico, fico com a certeza de que alguma coisa está errada. Estamos desperdiçando valores, deixando de criar um parque industrial para atender esta empresa, cuja atividade permeia vários segmentos e, portanto, é capaz de estimular o surgimento de novas empresas e desenvolvimento de tecnologia.














    "Quando uma
    multinacional do
    setor elétrico, como
    a Cemig, deixa para trás
    nossas empresas produtoras de
    material elétrico,
    algo está errado"

    No plano nacional, não corremos o risco de assistirmos a uma desindustrialização causada pelas importações, já que não conseguimos concorrer com os produtores estrangeiros?

    Primeiro uma correção na sua colocação. Nós temos, sim, condições
    de concorrer com eles, desde que a re­gra seja a mesma. Não temos nenhum receio de concorrer com qualquer fabricante do mundo. Mas não podemos concorrer com regras diferentes. Se nosso encargo trabalhista é x e o deles é y menor que x, então é preciso onerar o produto importado baseado no que paga a indústria brasileira.
    Se nossa carga fiscal é maior do que a praticada no país de origem do produto importado, nós precisamos ter uma contrapartida nas sobretaxas. Se for assim, seremos muito competitivos. Agora, você querer que com o custo Brasil enorme que temos, o empresário concorra, dentro de nosso mer­cado, com empresas que não têm esta sobrecar­ga, é covardia.
    Não queremos privilégios, mas também não podemos aceitar coisas como o contrabando que acaba com o emprego. É muito bom comprar pro­dutos não onerados com impostos, mas quem compra coloca o seu emprego em risco. Importa destacar ainda que esta sonegação só é feita no comércio. O industrial não tem como fazer isto. É mais fácil de ser fiscalizado, ainda mais com a nota fiscal eletrônica.

    Mas o não exigir nota, o que facilita a vida do sonegador, é da cultura de nosso povo.

    Acho que nosso descaso começa é quando não pensamos para a escolha de nossos representantes no Legislativo. E este é um bom momento para discutir isto já que estamos em ano eleitoral. É preciso escolher bem nossos representantes. Depois não sabemos cobrar, pressionar que as leis sejam feitas em benefício da sociedade. Além disto, encaramos a informalidade com muita naturalidade. Para nós, quem está vendendo sem pagar impostos, é mais esperto, mais inteligente que os outros, sem enxergarmos que ele está é acabando com o mercado, às vezes inviabilizando empresas grandes.
    Temos que defender nos­so mercado interno. Não sou apologista de fecha­mento de mercado. Defendo a livre iniciativa, mas precisamos cuidar do mercado interno até como forma de alavancar nossa economia para que possamos disputar lá fora. É defesa sem protecionismo, mas com igualdade. Toda vez que adotamos o protecionismo criamos cartel. Protegemos pessoas, grupos. A sociedade ficou para depois.

    O senhor fala na necessidade de escolher melhor os parlamentares. Não está na hora de o empresário entrar na política diretamente, em vez de apoiar candidatos apenas?

    Realmente nós temos no empresariado muitos nomes bons, mas é preciso lembrar que para ser político é preciso ter outros dons, outras qualidades. Se você eleger um empresário de nada adianta porque ele não vai modificar nada sozinho. Se você eleger muitos empresários, vai haver uma distorção no Congresso ou na Assembleia e o que a gente espera é que nestas Casas haja pessoas de bem, que pensem no todo e que consigam fazer com que cada coisa tenha o seu peso relativo. Mas o que me preocupa é a falta de sensibilidade da máquina estatal com o empresário.
    Hoje qualquer bandido é tratado como empresário. O sujeito que estava corrompendo, sonegando, fazendo contrabando, é empresário. Es­te não pode ser chamado assim. Empresário é o que levanta cedo, trabalha até mais tarde do que os outros, ao final do mês paga seus impostos, suas contas, suas obrigações sociais e ainda tem que ficar torcendo para conseguir a sua retirada. E eles são poucos aqui. Minas Gerais tem 93 empresas com mais de mil empregados.
    Somos 1,8 mil com mais de 100 empregados. Não estou falando em empresas com sede aqui não. Falo em empresas que operam aqui. Mas isto não é característica da economia mineira apenas. É um problema do Brasil. Nossa legislação causa essa distorção. O cidadão abre uma empresa e depois não consegue fechá-la. Quando se olha o quadro de empresas industriais registradas, vê que elas são 120 mil.
    Ao analisar a receita percebe que apenas 3,8 mil empresas são responsáveis pelo recolhimento de 90% dos impostos e por 72% dos empregos. Quem está oferecendo emprego é a grande empresa. O país deveria estar incentivando as pequenas para que elas cresçam.
    O que acontece é que o pequeno não quer crescer para não ter que pagar imposto. Estamos criando pessoas espertas que têm uma carga tributária diferente das demais. A carga tributária é alta realmente, mas não é a única razão da sonegação e da informalidade. O que falta mesmo é incentivo para o pequeno crescer.













    "Realmente nós temos
    no empresariado
    muitos nomes bons,
    mas é preciso lembrar
    que para ser político
    é preciso ter
    outros dons"

    Há no estado uma economia invisível, formada pelas pequenas indústrias do interior, como as que fabricam cachaça, farinha e outros produtos. Como estão estes empresários?
    Estas pessoas são desconsideradas. Ninguém olha por elas. A preocupação é muito mais com os maiores. Em trazer gente de fora do que incentivar os daqui para eles se superarem. Por que precisamos trazer gente de fora para dar emprego aos mineiros? Por que não é o próprio mineiro que vai criar este emprego, como sempre foi? Não sou nada contra a abertura, a internacionalização da economia, mas a empresa só começa a criar raízes no lugar depois de 20, 30 anos. Quando vem a preocupação de tirar e levar para fora. Com o passar do tempo ela vai se enraizando. Isto é normal, acontece com a gente também quando criamos empresas fora. Mas tem que haver diferenciação para que o empresário local possa ter mais sucesso. Nós temos tudo, mas não valorizamos o que temos. É preciso cuidarmos desta valorização, de prepararmos pessoal capaz de levar adiante o crescimento. Como vamos pensar em desenvolvimento se não formamos, por exemplo, engenheiros em número suficiente.
    Assumindo a presidência da Fiemg o senhor terá sob seu comando um dos mais sofisticados e completos sistemas de ensino do país. Quais são seus planos na área?
    O Sesi é a primeira grande franchising do Brasil. Ele é competente, preparado, habilitado, bem-estruturado e tem a mesma cara no Brasil inteiro. A mesma coisa é o Senai. Só que, na minha opinião, ele precisa estar à frente da indústria. Ele tem que preparar hoje o funcionário da indústria de amanhã. Não preparar hoje o que ela precisava ontem. Agora, vejo a necessidade também de um investimento maciço, vigoroso de educação do empresário. Temos que preparar o nosso empresário. Com pessoas preparadas, empreendedores mais ousados para a disputa de mercado, podem estar certos de que mudaremos o estado.
    O senhor falou em eleições. As deste ano preocupam os empresários?
    Preocupam sim, mas eles deveriam estar mais preocupados. Todos sabemos dos ônus e das dificuldades que surgem quando nos enganamos e colocamos pessoas não habilitadas no governo. Minas vem num crescente de bons gover­nos e não podemos regredir. Felizmente os candidatos que estão aí colocados são todos habilitados, preparados. Para a Presidência da República é a mesma situação.
    Pelo visto os senhores não contam com nenhum grande susto nestas eleições. Não há como mudar muito.
    Eu não vejo como mudar. É uma evolução natural. O presidente Lula, por exemplo, fez o país crescer, avançar. É ló­gico que recebeu do antecessor uma boa base e vai passar o país ao seu sucessor com uma boa base também. A ministra Dilma e o governador Serra são pessoas preparadas. Acho que não vai mudar nada não. É só a gente ter um pouquinho de juízo que nós crescemos e resolvemos nossos problemas.
    A crise acabou?
    A crise que afeta o pequeno sempre existiu, não acaba nunca. A crise que afetou o grande diminuiu muito. A gente espera que o mundo continue crescendo. A gente não cresce mais sozinho. Não há como o Brasil se isolar, achar que ele será uma ilha de prosperidade no mundo que vai acabar. Nós não podemos perder a crise de vista. Precisamos tirar os ensinamentos dela. Há muito a aprender com esta crise.



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    Quarta-feira, Setembro 1, 2010

    Nesta quarta-feira à noite você tem encontro marcado com JCAmaral na REDE SUPER!!!





    Assista nesta quarta-feira, às 20 horas.
    Talk Show do João Carlos Amaral.

     Coloque na sua agenda e assista!!!

    NOVO PRESIDENTE DA FECOMÉRCIO.

    O empresário Lázro Gonzaga
    fala sobre os planos dele para a histórica
     e poderosa Federação do Comércio de Minas Gerais.
    Ele destaca que já iniciou o processo de mudanças
     nas diretorias do SENAC e o SESC em Minas.

    Está colocando novas mentalidades,
    afinadas com a sociedade globalizada,
     interativa, moderna.

    Vai formar CONSELHOS
     em diversos segmentos de atividades
    da FECOMÉRCIO
     para ajudá-lo a pensar o novo modelo
     que ele está implantando na entidade,
    depois de quase 25 anos
    de uma mesma direção,
    encabeçada por Renato Rossi.

    Mais detalhes?
    Ligue no nosso Programa
    na REDE SUPER, canal 23 em BH.
    Ou entre na página www.redesuper.com.br

          HOJE, 20 horas.
    TALK SHOW do João Carlos Amaral!
    assista na Rede Super. 

    Foto
    Lázaro Luiz Gonzaga 
    nosso entrevistado
    de HOJE À NOITE 
     foi eleito por unanimidade
    para a presidência da diretoria
    que comandará
    a Fecomércio nos próximos quatro anos


    Nesta quarta-feira, às 20:00
    REDE SUPER

    TALK SHOW
    João Carlos Amaral, assista!!!

                                                                    

     

    O "Programa João Carlos Amaral Entrevista"
     vai ao ar na TV  REDE SUPER,
    canal 23 da NET,
    toda quarta-feira,às 20 horas,
    com reprise:
    às sextas-feiras
    às 9:00 hs da manhã.



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    Quarta-feira, Setembro 8, 2010

    Hoje às 20 horas na Rede Super. Você tem um encontro marcado com João Carlos Amaral e o dr. Eduardo Pinho Tavares.





    Assista nesta quarta-feira, às 20 horas.
    Talk Show do João Carlos Amaral.

     Coloque na sua agenda e assista!!!

    O dr. Eduardo Pinho Tavares,
    renomado médico geriatra e gerontólogo
    um craque na área de emagrecimento
    com qualidade de vida,
    fala sobre os métodos inéditos
    que ele aplica no tratamento
    de seus e suas pacientes
    na Clínica CLINLIFE que ele fundou,
    aqui em BH, com filial em Divinópolis
    na região centro-oeste de Minas.

    Dá dicas sobre como devemos lidar com a situação:
    envelhecer como peso ideal
     sem perder a saúde.

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          HOJE, 20 horas.
    TALK SHOW do João Carlos Amaral!
    assista na Rede Super. 

    Dr. Eduardo

    Dr. Eduardo Pinho Tavares
    nosso entrevistado 

    Nesta quarta-feira, às 20:00
    REDE SUPER

    TALK SHOW
    João Carlos Amaral, assista!!!
                                                                   
     

    O "Programa João Carlos Amaral Entrevista"
     vai ao ar na TV  REDE SUPER,
    canal 23 da NET,
    toda quarta-feira,às 20 horas,
    com reprise:
    às sextas-feiras
    às 9:00 hs da manhã.



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    Quarta-feira, Fevereiro 16, 2011

    Fala governador Anastasia!!!


    Transcrição da entrevista do governador Antonio Anastasia em Nova Serrana
    15/02/11 - 11:47

    Evento: Abertura da 8ª Nova Serrana Feira e Moda

    Local: Nova Serrana (MG)

    Data: 15/02/2011 

    Assuntos: Decreto da contrapartida social, incentivo ao setor calçadista e Feira de Nova Serrana 

    Sobre o ICMS, como influenciou isso para o setor calçadista em Nova Serrana?

    Bem, na realidade, tínhamos a necessidade dessa redução do ICMS para dar mais competitividade ao produto mineiro, tanto no mercado interno quanto também no mercado internacional. Foi uma redução que era reivindicada pelas lideranças já há muito tempo e veio para colocar Minas Gerais nessa ponta de vanguarda. Foi muito positivo e vimos, de acordo com o relato do Sindicato, do Sindinova, como que o efeito foi positivo com o aumento expressivo das vendas de calçados.

    A China não é mais um risco hoje?

    A China, naturalmente, tem lá suas qualidades. Mas confiamos mais nos nossos produtos, com mais design, com mais criatividade, foi empreendedorismo, e sabemos que é uma questão cambial, que é um tema do Governo Federal. Mas estamos confiantes que será superado em breve e Nova Serrana vai ter a condição de exportar ainda mais do que já exporta hoje, que já é um grande portento. 

    Governador, o senhor se surpreendeu com a qualidade dos produtos expostos aqui na 8ª Nova Serrana Feira e Moda?

    Eu não me surpreendi porque eu já conhecia. Estive aqui no ano passado. Inclusive, no ano passado eu recebi aqui um presente, que fiquei muito honrado e já utilizei muito, um calçado aqui de Nova Serrana. Então, queria dizer que é uma qualidade que só surpreendemos com a melhora. Ano a ano é uma melhora dessa qualidade. Então, queria aproveitar para cumprimentar mais uma vez aos empresários de Nova Serrana por essa qualidade, que é muito importante manter esse nível de qualidade. 

    Pode aguardar também alguma medida do Governo do Estado para incentivar o negócio da economia?

    O Estado inteiro. O Estado inteiro é fruto de nosso esforço. O meu governo tem como fundo principal a geração de empregos. E para a geração de empregos precisamos ter empresários porque quem gera empregos não é o Estado, não é o poder público, são os empresários. Então, temos a adoção de diversas medidas, tanto na área da produção de café, leite, minérios, como também da indústria, para estimular a geração de empregos. Estão sendo feitos passo a passo.

    O senhor conseguiu corrigir o repassa para a Copasa que não foi feito no Governo do Aécio? Que era para o Saneamento Básico e não foi feito de acordo com o Ministério Público? 

    Lamentavelmente foi uma pequena intriga criada no passado. Estamos completamente dentro dos valores. É uma boa lembrança. Recentemente o jornal O Globo publicou o ranking do Saneamento Básico no Brasil. O primeiro lugar é Brasília, o segundo é São Paulo e o terceiro é Minas Gerais. Estamos à frente do Rio, do Rio Grande do Sul, do Paraná, para mostrar a qualidade da Copasa e o nível de investimentos que fazemos, que é muito bom. 

    Como vai funcionar esse decreto que o senhor anunciou? 

    Esse decreto é inovador no Brasil. Pela primeira vez, estamos levando aos municípios uma parceria pela mobilidade social. Ou seja, na medida em que colocamos recursos do Tesouro do Estado nos municípios, os municípios se comprometem também a fazer uma contrapartida social. O que é isso? É dentro das diretrizes do Governo do Estado e também do governo federal trabalhar em conjunto para a melhoria de indicadores de educação, saúde e assistência social.

    Governador, com o problema do meio ambiente, os empresários de Nova Serrana necessitam da construção de fossas sépticas nas indústrias. Há um compromisso da Copasa no sentido de construção da estação de tratamento de esgoto no município de Nova Serrana?

    Não há dúvida que sim. É o que acabei de falar aqui. Já temos hoje, em termos de esgotamento sanitário, de saneamento, uma posição muito boa no Brasil. Vamos continuar investindo, e o prefeito acaba de ver, aqui, que a licitação já está em curso.

    Governador, como o senhor analisa a política de crescimento do setor calçadista? 

    De maneira extremamente otimista. Somos testemunhas de que Nova Serrana é a cidade que mais cresce em Minas e cresce exatamente em razão do polo calçadista. Então, queria cumprimentar Nova Serrana, dizer que estou extremamente satisfeito com essa visita, muito honrado em ser o primeiro governador de Minas Gerais a abrir oficialmente essa feira e me comprometer a estar aqui no ano que vem, novamente nessa feira, no início do ano. Com certeza, com inaugurações de obras, em parceria com a prefeitura, para constatarmos como esse ano de 2011 terá sido bom, também, para os calçados de Nova Serrana. 

    A importância desse evento para os empresários do Estado.

    É um evento muito importante porque ele permite a demonstração da capacidade empreendedora, aqui, dos empresários de Nova Serrana e da região. Percebemos que Minas Gerais, hoje, tem no polo calçadista uma grande possibilidade de geração de empregos. (TRECHO INAUDÍVEL). O Governo do Estado é parceiro firme dos empresários nesse segmento e minha presença aqui é para declarar essa solidariedade e para cumprimentar os empresários de Nova Serrana e da região pelo grande estímulo que têm dado à economia de Minas Gerais.
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    Minas Gerais cria contrapartida social para repasses públicos
    Anastasia participa de abertura da feira de calçados de Nova Serrana
    Entrevista do governador Antonio Anastasia na abertura da 8ª Nova Serrana Feira e Moda


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    Quarta-feira, Fevereiro 23, 2011

    Daqui a pouco: 20:30

    HOJE À NOITE
    você tem encontro marcado
    com JCAmaral na Rede Super!!!
    Edição Especial SAÚDE.
    Assista nesta quarta-feira, às 20:30 horas.
    Talk Show do João Carlos Amaral.




     Coloque na sua agenda e assista!!!

    EMAGRECIMENTO & SAÚDE
    O geriatra e gerontólogo, dr. Eduardo Pinho Tavares fala sobre a relação entre imagem e emagrecimento. Sobre a importância das pessoas terem uma dimensão real do corpo e lidar adequadamente com ele. O papel da vontade no resultado de uma programação de emagrecimento com saúde.

    Dr. Eduardo

    Dr. Eduardo Pinho Tavares
    é fundador e gestor da Clinlife e idealizador do conceito Life Reveal. Sua larga experiência em Geriatria preventiva (Longevidade Saudável), Emagrecimento, Reeducação Alimentar e Qualidade Física, tornaram-no referência em programas voltados para promoção da qualidade de vida. Seu trabalho se destaca pela adoção da filosofia de atendimento integrado com seus colaboradores e pela abordagem completa e personalizada dos pacientes.
    Os programas de promoção da saúde desenvolvidos por Dr. Eduardo abrangem tanto o histórico e perfil físico, quanto às características emocionais dos atendidos. Este cuidado especial com aspectos individuais de cada pessoa desperta nos pacientes o desejo de mudar, abraçando uma nova maneira de viver, com mais saúde, disposição, bem-estar e beleza.



                  Dr. Eduardo Pinho Tavares é médico geriatra, especialista em Geriatria e Gerontologia pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Pósgraduado em Sexualidade Humana, Medicina Ortomolecular (SP) e Medicina Estética (Sociedade Brasileira de Medicina Estética); e Pós-graduando em Medicina do Esporte.


    Mais detalhes? Ligue hoje 20:30
    no canal 23 e confira.
    Saiba tudo nesta quarta à noite
    no Talk Show do João Carlos Amaral
    na REDE SUPER.

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    O "Programa João Carlos Amaral Entrevista"
     vai ao ar na TV  REDE SUPER,
    canal 23 da NET,
    toda quarta-feira,às 20:30
    com reprise:
    às sextas-feiras às 9:00 da manhã.


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    Sábado, Março 12, 2011

    Fala governador Anastasia.

    Local: Palácio Tiradentes
    Cidade Administrativa
    Presidente Tancredo Neves

    Data: 10/03/2011
    Assuntos:
    PSDB, Reforma Tributária
                                                     

    A direção do PSDB está falando que para 2014 há a possibi lidade de prévias para o candidato para 2014, presidencial. O que o senhor acha de prévias?
    Primeiro eu acho que 2014 está muito longe ainda, tenho dito isso a exaustão. Acho que ainda não é o momento de tratar das eleições de 2014. Começamos o governo agora, então ainda tem muito tempo. Agora, é claro que o partido tem de ficar rediscutindo os temas, pensando no futuro. A questão de prévias, no passado, o tema das prévias foi discutido, o próprio partido adentrou essa possibilidade, acabou que não foi adiante. Mas acho que a essa altura é muito precipitado falarmos qualquer tipo de definição quanto a procedimentos, metodologia. O importante do partido, agora, inclusive estamos marcando a reunião dos governadores aqui para Belo Horizonte, nos próximos dias, hoje mesmo falei por telefone com o governador Geraldo (Alckmin), estou falando com todos os outros, o objetivo é discutirmos temas administrativos comuns e, ao mesmo tempo, temos, é claro, também uma conduta política que fortaleça o partido, ao nível nacional e nas regiões onde ele teve um desempenho pior eleitoral. Então, acho que o momento é esse, ainda não é de pensar em procedimentos e metodologias, que 2014 ainda está um pouco longe.
    E discussão sobre provável volta de CPMF, governador. O que o senhor acha, isso vai ser tratado nessa reunião dos governadores também?
    Acredito que não. O tema já ficou bem claro. Em relação aos governadores do PSDB, contrários ao tema da CPMF e sempre favoráveis à reforma tributária, o que nos parece mais urgente. Em matéria, hoje, tributária no Brasil, é uma reforma que dê aos estados uma condição financeira melhor do que temos hoje, dando mais equilíbrio à federação. Então, isso certamente pode voltar a ser discutido nessa reunião dos governadores, mas, estamos imaginando. Estou trocando ideias com os nossos colegas para termos também alguns assuntos técnicos comuns de políticas públicas.
    Governador, tem uma ideias, do PSDB, também, que, ao invés de ter um presidente do PSDB, teria um colegiado para poder comandar o partido, contemplando as alas da legenda. O que o senhor acha, o senhor acha que é uma boa?
    Li pela imprensa. De fato, acho que a essa altura, devemos aguardar essas definições ainda sem muito açodamento, sem muita pressa. O processo sucessório no partido vai se dar nesse semestre e eu tenho certeza que o partido vai reafirmar, nesse momento, sua unidade. Acho que, por ora, é isso.
    Já que 2014 está longe, 2012 já é o ano que vem. O senhor defende que o PSDB tenha um candidato próprio para a Prefeitura de Belo Horizonte?
    Em primeiro lugar, o PSDB participou de maneira muito ativa da eleição do prefeito Marcio Lacerda, está na administração do prefeito Marcio Lacerda. Na minha opinião, o prefeito Marcio Lacerda faz uma excelente administração, aliás, opinião partilhada pelos belo-horizontinos e pelas pesquisas de opinião. Então, naturalmente, esse é um dado da realidade, que vai ser considerado no momento oportuno. Agora, qual será o desenho partidário, as composições, as alianças que vão se dar em 2012, eu acho que só em 2012 mesmo é que vamos ter esse perfil melhor.
    O senhor vê a possibilidade de uma reedição dessa dobradinha tão exitosa, como o senhor está dizendo, do PSDB com o PSB do Marcio Lacerda, o PSDB, quem sabe, indicando um vice?
    Ninguém podia imaginar, em 2007 - um ano antes da eleição de 2008 -, que teríamos a eleição que levou o prefeito Marcio Lacerda à Prefeitura. Aliás, na mesma época que estamos agora, em 2007, Marcio Lacerda era secretário de Desenvolvimento Econômico e não cogitava sequer ser candidato a prefeito de Belo Horizonte. Então, só por isso já se percebe que a antecedência nem sempre é boa conselheira. Agora, não ha dúvida que o PSDB tem uma relação muito boa com o PSB, não só aqui em Minas – temos dois secretários de Estado, a bancada estadual nos apoia, os deputados federais igualmente – da mesma forma no âmbito nacional, da boa relação do senador Aécio com o presidente nacional do PSB, com lideranças importantes do PSB, que é um partido sempre respeitado e que tem uma bela vitrine, aqui, administrativa, que é o prefeito Marcio Lacerda. Eu acho que as conversas vão sempre continuar avançando pelo ano adentro.

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    Terça-feira, Março 15, 2011

    Entrevista Programa JCamaral entrevista o especialista em recursos humanos Anuar Mattar.



               


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    Quarta-feira, Março 16, 2011

    Exclusivo: Programa João Carlos Amaral entrevista o novo presidente da ACMinas, empresário Roberto Fagundes



    O Talk Show mais inteligente da TV Mineira vai ao ar às 20:30 desta quarta-feira na REDE SUPER.
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    Na internet www.redesuper.com.br Espero você!


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    Sábado, Março 19, 2011

    Entrevista Programa JCAmaral com o novo presidente da SEM (sociedade mineira de engenheiros) Ailton Ricaldoni.

     
               

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    Quinta-feira, Abril 14, 2011

    Falem governador Anastasia, prefeito Márcio Lacerda e secretário da Copa, Sérgio Barroso.


    Osvaldo Afonso/Secom MG
    Presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o governador Antonio Anastasia
    Presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o governador Antonio Anastasia

    Evento: 1º
    Seminário sobre o Fifa Fan Fest
    Local: Belo Horizonte (MG)
    Assuntos: Copa do Mundo de 2014,
    Fifa Fan Fest,
    investimentos em obras na capital,
    Aeroporto de Confins
    e Mineirão

    Diante da possibilidade da fan fest, pode ter, quem sabe, uma fan fest no interior de Minas, a intenção é essa?
    Bem, em primeiro lugar, queremos agradecer muito a realização desse seminário em Belo Horizonte, cumprimentar o comitê organizador aqui da capital, na pessoa do prefeito e do Tiago (Lacerda), ao secretário Sérgio Barroso, e dizer que pra nós é uma honra a realização de um evento dessa magnitude em Belo Horizonte. Segundo, a Fifa, naturalmente, apresenta a Fan Fest como uma realização importante. Além dos jogos, realizados dentro dos estádios por óbvio, a Fan Fest se reflete numa participação popular mais efetiva, que, como foi dito na reunião e todos sabemos, o número de ingressos colocados à venda, naturalmente, é muito menor do que as pessoas que querem assistir. Então, em eventos muito bem organizados já no passado, em Seul, posteriormente na Alemanha, na África do Sul, e agora no Brasil, teremos uma participação popular muito mais efetiva durante os jogos. Não só os jogos realizados nas sedes, mas também realizados nas demais sedes. Evidentemente, os comitês e as organizações locais vão discutir com a Fifa a possibilidade de estender esse tipo de evento para um número maior de cidades dentro de circunstâncias que vão ser debatidas. Aqui está sendo dado o primeiro passo talvez, o primeiro pontapé da área de marketing e eventos da Fifa para discutir com os estados e as cidades como vai funcionar. Mas já há toda uma estrutura que veio das copas anteriores, mas temos certeza que ao ser realizado no Brasil esse modelo de Fan Fest, até pela personalidade alegre, expansiva e extrovertida do brasileiro, vamos ter aqui um movimento muito positivo.
    Mas o senhor, dentro do programa de vocês, tem esse objetivo de estender para o interior se for possível?
    Claro, não há dúvida. Temos reiterado isso de maneira muito enfática, o secretário Sérgio Barroso é o responsável, inclusive das chamadas sub-sedes, para que as cidades do interior de Minas tenham condições também de receber previamente seleções que vão se preparando para os jogos e com a estrutura necessária e, é claro, para o acompanhamento dos jogos também. Que as pessoas muitas vezes do interior não vão poder se deslocar para a capital ou para as outras cidades. Então, vamos levar também esse tipo de evento para permitir uma participação maior. Como dito à exaustão no evento lá em cima, a palavra mais repetida, em inglês, unique, singular, única, uma oportunidade, de fato, rara na vida das pessoas, de participar de um evento como esse.
    O senhor aproveitou a oportunidade para falar com ele que cronograma aqui está tudo ok? O que vocês conversaram?
    Houve um encontro muito informal prévio, nós todos juntos, e, naturalmente, sempre reiteramos ao comitê organizador local e também à Fifa que, felizmente, Belo Horizonte está dentro dos cronogramas, sempre se oferecendo para realização de eventos como esse que estamos tendo a honra de receber aqui em Belo Horizonte representantes dos outros estados e das outras capitais e do governo federal. Mas o mais importante é a nossa luta permanente para ter aqui a abertura da Copa do Mundo, que é uma pretensão nossa, já é sabida, e deixar nossa sede, como a sede que seja considerada a que seja a melhor sede da Copa do Mundo no Brasil em 2014.
    Governador, o Fan Fest que foi feito durante a Copa da África fez um pré-Fan Fest aqui em Belo Horizonte. Ele foi dividido em duas partes. O primeiro Fan Fest, em 2002, na Coréia, eu me lembro em Seul que a grande força dele era um Fan Fest no centro de Seul, que levava quase 2 milhões de pessoas. Eles passaram para vocês os estudos, porque que Seul conseguiu esse número que a Alemanha não conseguiu? Se é por causa dessa divisão dentro do próprio país ou se por causa da carência de futebol do país?
    Isso, com certeza, durante o seminário que começa agora propriamente dito, fizemos só a abertura, todos esses assuntos serão levantados, feitas as ponderações. Agora, eu acredito, aí minha opinião pessoal, não estou falando aqui pelos organizadores, que no Brasil, pela característica do brasileiro, pela nossa paixão absoluta pelo futebol, acho que a Fan Fest será um sucesso estrondoso. Aliás, como já aconteceu também nas Fan Fests realizadas aqui nas copas fora do Brasil, como aconteceu em Copacabana, em 2010, na Copa de 2010. Então, estou muito animado, eu acho que vai ser um sucesso.
    Prefeito Marcio Lacerda
    O senhor já trabalha com um número de pessoas participando em Belo Horizonte?
    Estamos ainda em uma fase preliminar em relação à Fan Fest, não sei se teremos uma, duas ou mais, portanto, seria um pouco prematuro adiantarmos definições mais precisas em relação a isso. Tivemos a Fan Fest na Praça da Estação e no Parque JK, naturalmente, para a Copa realizada no Brasil precisaríamos de algo de dimensões maiores. Portanto, eu não queria adiantar, fazer especulações em relação a isso, mas a partir de agora vamos em função naturalmente  das definições, das diretrizes que saírem desse encontro,  vamos junto com o Governo do Estado debruçarmos sobre esse  assunto, para termos de fato Fan Fests ou Fan Fest aqui à altura da importância que daremos à Copa do Mundo.
    Prefeito, essa decisão é exclusivamente do governo estadual e municipal ou esse número de Fan Fest em Belo Horizonte tem que ter o aval da Fifa?
    Certamente, porque teremos aí participação financeira de patrocinadores, da Rede Globo, tal como foi dito agora há pouco pelo senhor Thierry e a decisão tem que ser partilhada, como inclusive foi em 2010, na nossa Fan Fest, não foi uma decisão exclusiva da prefeitura ou do Governo do Estado.
    Mas há uma pretensão de expandir essas festas para as regionais até mesmo pela questão da mobilidade, a cidade vai estar recebendo muitos turistas...
    Como eu disse, terá que ser uma decisão compartilhada, um debate envolvendo todos os interessados. Diria que estamos agora começando o jogo. Penso que daqui a seis meses já poderemos ter uma definição mais clara.
    Começando o jogo, Beagá consegue a abertura da Copa?
    Olha, podemos já afirmar que Belo Horizonte terá papel importante na Copa das Confederações, em função, naturalmente, do bom andamento dos nossos projetos. Em relação à abertura, para sermos bastante francos e diretos, se São Paulo não se habilitar, o que está parecendo difícil, pelo menos até agora, Belo Horizonte será um competidor importante na questão da abertura.
    Secretário Sérgio Barroso
    A questão do Mineirão, o cronograma está tudo ok. Mas o problema seríssimo é a questão da Infraero, questão do aeroporto e mobilidade urbana, como é que está isso?
    Eu não acredito que tem um problema seríssimo. Acho que a questão da licitação do Terminal 1 está saindo...
    Mas o questionamento é o terminal 2.
    Não, é bom a gente esclarecer que queremos o Terminal 1 e o Terminal 2. Mas o Terminal 1 estando pronto para a Copa do Mundo é suficiente para a demanda. Queremos ter o Terminal 2, ou uma parte do Terminal 2 também pronto para a Copa, mas não é necessariamente, mandatório que isso aconteça. O importante é terminar o Terminal 1 até outubro de 2013.
    No Rio, a obra do Maracanã acabou de ter um acréscimo no valor dela, que não estava previsto, por causa dos tombamentos de fachada, no Mineirão prevê isso. Tem algum risco de aumentar o valor?
    No Mineirão não vai haver aumento de valor, porque no Mineirão, esse trabalho foi feito em 2009 e 2010. Foi tudo bem planejado, bem estruturado. Então, não vai haver aumento nenhum de valor de obra no Mineirão.
    É de quanto a obra?
    R$ 654 milhões para essa fase. A terceira fase para concluir o estádio. E vai ser entregue em dezembro de 2012 para a prática esportiva a partir de 2013.
    Qual vai ser a obra na fachada do Mineirão?
    A obra na fachada do Mineirão é apenas uma obra de ajustes, porque a fachada do Mineirão é uma fachada tombada pelo patrimônio histórico então o que vocês estão vendo ali não vai mudar, em termos de fachada. Claro que vai haver uma grande transformação. Os arcos da fachada vão permanecer como estão.
    A gente, confesso que na Copa da Coréia, das três que participei e vi de perto, parece que teve uma nova organização mais forte do que a da Alemanha e, por último, agora, da África. Na África, por exemplo, o principal estádio, ele ainda do lado de fora não tinha acabamento nenhum. A gente, os jornalistas tinham que passar no meio da terra para poder chegar ao estádio. Belo Horizonte estava lá e a gente percebeu a presença forte do comitê lá. Belo Horizonte está preparada para fazer uma das maiores copas do mundo e outra, o quê que Belo Horizonte faz hoje e qual que é o planejamento para o seu principal cartão postal que está anexo ao Mineirão, que é a Pampulha? 
    Marcio Lacerda
    Em relação à Pampulha, apresentamos ao Governo Federal, no final do ano passado, até por demanda do Governo Federal, as cidades apresentaram suas demandas de financiamento para infraestrutura turística. Então, apresentamos um projeto bastante detalhado, minucioso, com muitas intervenções na cidade no sentido de melhorar a infraestrutura turística, eu diria até a aparência da cidade, totalizando mais de R$ 400 milhões. Desse total, cerca de 100 a 120 milhões seriam aplicados na Pampulha e no seu entorno. Então, estamos aguardando essa definição do Governo Federal na questão da infraestrutura turística. Eu tenho até uma reunião amanhã com o ministro dos Esportes, Orlando Silva, em função de eu ter sido eleito vice-presidente da Frente Nacional de Prefeitos, na semana passada, para os assuntos de Copa do Mundo. Então, eu já, inclusive, essa semana entrei em contato com todas as prefeituras, pedindo sugestões para uma pauta dessa conversa com o ministro amanhã, já como preparação de um encontro que as cidades e os Estados terão com a presidente Dilma, brevemente. Então, essa questão do turismo o Governo Federal ainda não se posicionou, eles estão numa fase, certamente, de ajustes das contas do BNDS, da Caixa, do próprio Tesouro, mas certamente teremos uma definição brevemente e a Pampulha será uma das nossas prioridades se tivermos que escolher entre os 400 milhões, o que é essencial para Belo Horizonte.
    Prefeito, o senhor falando, o senhor assume essa questão da Frente Nacional dos Prefeitos, Minas Gerais, em Belo Horizonte, fazendo o dever de casa, mas quem faz a Copa do Mundo é o Brasil. O próprio ministro Orlando Silva numa audiência pública na sede do XX, disse que se as obras atrasarem a Copa do Mundo corre risco, 70% das obras teriam que começar este ano. Como é que fica para quem está fazendo o dever de casa olhar para o lado e ver que as coisas não estão andando nos outros Estados da mesma forma, já que se eles não fizerem corretamente não tem jeito, é o Brasil que vai ficar com uma imagem ruim.
    É, exatamente como estávamos falando de imagem do Brasil, nós como brasileiros temos que ter uma solidariedade entre as capitais e os Estados, ajudarmos uns aos outros para que todos cumpram a sua missão e tenhamos uma boa Copa do Mundo nas 12 capitais. Reuniões já têm acontecido entre as cidades, a última foi aqui em Belo Horizonte, na segunda quinzena de março, onde uma série de ações foram combinadas entre as cidades e os estados, portanto, estamos todos trabalhando. Agora, cedo tivemos uma boa notícia que Natal, que é uma cidade que estava atrasada em relação ao estádio, o contrato de parceria vai ser assinado na próxima sexta-feira. Então, eu acho que essa arrancada está acontecendo. Temos ainda três anos para a Copa, é possível fazer muita coisa em três anos, como é possível fazer muita coisa em dois anos para a Copa das Confederações.
    Governador Antonio Anastasia
    Respondendo sobre o estádio do Mineirão, estamos totalmente tranquilos. A obra está prevista para conclusão completa em dezembro de 12. Então, para a Copa das Confederações vencerá um ano antes. Belo Horizonte tem todas as condições de ser, como o prefeito disse corretamente, uma posição de protagonismo nessa Copa, preparatória da Copa do Mundo. O Mineirão estará não só totalmente completo e mais do que isso, o mais bonito, escutem o que estou dizendo, vai ser o estádio mais bem preparado para a Copa do Mundo em 14. Muito obrigado e vamos trabalhar.

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    Quarta-feira, Abril 27, 2011

    Hoje 23:00


    Nesta quarta (excepcionalmente) às 23:00 pela TV Rede Super
    você tem encontro com o dr. Eduardo Pinho Tavares,
    um expert em emagrecimento com qualidade de vida.


    Hoje,quarta-feira,  à noite
    você tem encontro marcado
    com JCAmaral na Rede Super!!!
    Edição Especial SAÚDE.

    Assista nesta quarta-feira, às 23:00 horas.
    Talk Show do João Carlos Amaral.

     Coloque na sua agenda e assista!!!

    Medicina Ortomolecular.
    O geriatra e gerontólogo, dr. Eduardo Pinho Tavares fala sobre a relação o chamado Procedimento Ortomolecular - conhecida popularmente como Medicina Ortomolecular. Diz também que a medicina do futuro está no mapeamento do genoma humano. É só questão de tempo... e muito curto para termos novos trtamentos preventivos, de acordo com o mapa genético de cada um.

                                         Dr. Eduardo
                                                                   Dr. Eduardo Pinho Tavares
    É fundador e gestor da 
    Clinlife e idealizador do conceito Life Reveal. Sua larga experiência em Geriatria preventiva (Longevidade Saudável), Emagrecimento, Reeducação Alimentar e Qualidade Física, tornaram-no referência em programas voltados para promoção da qualidade de vida. Seu trabalho se destaca pela adoção da filosofia de atendimento integrado com seus colaboradores e pela abordagem completa e personalizada dos pacientes.

    Os programas de promoção da saúde desenvolvidos por Dr. Eduardo abrangem tanto o histórico e perfil físico, quanto às características emocionais dos atendidos. Este cuidado especial com aspectos individuais de cada pessoa desperta nos pacientes o desejo de mudar, abraçando uma nova maneira de viver, com mais saúde, disposição, bem-estar e beleza.




                  Dr. Eduardo Pinho Tavares é médico geriatra, especialista em Geriatria e Gerontologia pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Pósgraduado em Sexualidade Humana, Medicina Ortomolecular (SP) e Medicina Estética (Sociedade Brasileira de Medicina Estética); e Pós-graduando em Medicina do Esporte.


    Mais detalhes? Ligue nesta quarta-feira, 23:00
    no canal 23 e confira.
    Saiba tudo nesta quarta à noite
    no Talk Show do João Carlos Amaral
    na REDE SUPER.

    DETALHE:
    assista pela TV canal 23 cabo 
    ou pela internet.
    É só digitar: www.redesuper.com.br

                                                                    

     

    O "Programa João Carlos Amaral Entrevista"
     vai ao ar na TV  REDE SUPER,
    canal 23 da NET,


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    Sexta-feira, Maio 6, 2011

    Como está a publicidade mineira?

    Hoje 9:00 da manhã na TV REDE SUPER,
    Talk Show de João Carlos Amaral.
    Entrevistado: o presidente do SINAPRO MG,
    Adolpho Rezende.



    Nesta sexta  às 9:00  da manhã pela TV Rede Super
    você tem encontro com o presidente do
    SINAPRO,
    Sindicato das Agências de Propaganda de Minas,
    ADOLPHO REZENDE,
    que na foto abaixo aparece ao lado do deputado federal Marcus Pestana
    ( ex-secretário de Saúde de Minas), em premiação por campanha criada para a secretaria.



    Deputado federal Marcus Pestana e Adolpho Rezende,
    presidente do SINAPRO MG,
    nosso en trevistado
    desta sexta 9:00 da manhã na Rede Super.

    Coloque na sua agenda e assista!!!

    Saiba tudo sobre o mercado da publicidade em Minas,
    nesta quarta à noite no Talk Show do João Carlos Amaral
    na REDE SUPER.

    DETALHE:
    assista pela TV canal 23 cabo 
    ou pela internet.
    É só digitar: www.redesuper.com.br

                                                                    

     

    O "Programa João Carlos Amaral Entrevista"
     vai ao ar na TV  REDE SUPER,
    canal 23 da NET.




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    Sexta-feira, Julho 22, 2011

    Chega ao mercado uma nova médica veterinária. LÍVIA CALLAIS GUERRA colocou grau em bonita solenidade que lotou o auditório mastar do Minascentro,aqui em BH. Os pais dela os jornalistas Suely e Antonio Claret Guerra, junto com o filho Pedro - receberam para uma comemoração un petit comitê - no salãode festa do edifício aonde mora a amiga do casal Beth Barros -em Lourdes. Bem, as imagens valem por mil palavras. Desejo sucesso a Lívia!!!




















    A FESTA

















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    Sexta-feira, Novembro 4, 2011

    Fala governador!!!



    GOVERNO DE MINAS
    PRIORIZA GERAÇÃO DE EMPREGOS
    E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL.

    “O pai ou a mãe de família, uma vez empregado, melhora a sua saúde, a educação dos seus filhos, a sua habitação, há uma melhoria na segurança. Então, essa deve ser a primeira prioridade dos governos: gerar empregos.”
    Governador, uma pesquisa divulgada recentemente pela Fundação João Pinheiro mostrou uma queda do desemprego na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O índice de 6,4% é o menor desde a série histórica iniciada em 1996. Uma promessa da sua campanha era a geração de empregos. Como o senhor analisa esse resultado?
    Antonio Anastasia: Com muita alegria porque, na realidade, desde a campanha no ano passado, há mais de um ano, eu tenho dito que o meu governo vai se caracterizar e vai se esforçar para ser um governo que ofereça oportunidades de empregos aos mineiros.
    Porque o pai ou a mãe de família, uma vez empregado, consegue mais alternativas de desenvolvimento na sua família. Ele melhora a sua saúde, a educação dos seus filhos, a sua habitação, há uma melhoria na segurança. Então, essa deve ser a primeira prioridade dos governos, e do nosso em especial, qual seja: gerar empregos e permitir empregos para as famílias mineiras.

    E, por isso mesmo, quando nós temos um índice como esse, que demonstra que a Região Metropolitana de Belo Horizonte tem o menor índice de desemprego da série histórica e a menor do Brasil, isso significa, de fato, que estamos indo no caminho certo. Sabemos que é a Região Metropolitana, não é o Estado inteiro, mas aqui temos 25% da população e um índice econômico muito expressivo. E é claro que vamos continuar trabalhando para que toda Minas receba investimentos de maneira equilibrada para que esses empregos ocorram em todo o nosso território.
    Uma das principais ações do Governo de Minas nessa área é o Programa de Educação Profissional, o PEP, que disponibiliza vagas para cursos técnicos em mais de 100 cidades do Estado. Qual a importância desse programa, governador?
    Antonio Anastasia: Em primeiro lugar é bom lembrar que nós temos hoje oferta, muitas vezes, de novos empregos, de vagas, e para nossa tristeza nós temos as pessoas que precisam do emprego, mas essas pessoas não têm a qualificação técnica necessária para exercer aquela função, ocupar aquela vaga. Então, acaba que essa vaga é ocupada por pessoas que vêm de fora.

    Por isso é obrigação do governo gerar cursos de qualificação profissional de nível médio, nível técnico, para permitir aos mineiros que tenham a qualificação necessária para ocuparem os empregos de qualidade que estão vindo para o Estado nessa nossa expansão econômica. Por isso, foi concebido, a partir de 2007, esse novo programa, o PEP, Programa de Educação Profissional, no âmbito da Secretaria de Estado da Educação, com números já muito expressivos, como foi dito, mas com objetivo fundamental exatamente de atender a demanda dos novos empregos.

    É importante observar que ele se faz em parceria com o setor privado e com as instituições filantrópicas comprando vagas. E, em todo o Estado, atendem as determinadas vocações regionais. Temos também parcerias importantes, nesse caso como com a companhia Vale, que faço questão de registrar.  E temos a convicção que os nossos alunos do ensino médio público estadual que acompanham e completam o seu Programa de Educação Profissional ficam mais aptos a conseguirem os empregos que a nova economia mineira vem conseguindo gerar.

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    Sábado, Novembro 9, 2013

    Coronel Martins 50 anos





    Níver de 50 anos do coronel Martins chefe do Gabinete Militar do governo no Rancho Fundo.

    A bela família do coronel.

    Parabéns!!!







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    Domingo, Novembro 17, 2013

    Michelle e Marcelo


    Os noivos Michelle Madi e Marcello no altar da Igreja de N S do Líbano em BH.







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    Domingo, Novembro 17, 2013

    Mantendo a tradição libanesa





    No casamento de Michelle Madi e Marcelo Camargos o momento que os noivos são coroados de acordo com a liturgia libanesa.







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    Segunda-feira, Março 3, 2014

    Isabela, a mais nova da família, com a vovó Ana Maria Amaral aniversariando, ao lado do marido Aluisio Barra.


    Foto: Os avós corujas Ana Maria Amaral aniversariante em pleno domingo de carnaval e Aluisio Barra n a Fazenda  Montevidéu em Desterro do Mello.

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    Segunda-feira, Junho 16, 2014

    Em Barbacena - no Clube Caça e Pesca - fomos abraçar meu irmão Edson Wander Amaral (de blusa verde) que faz aniversario neste sábado, 14 de junho.


    Foto: Em Barbacena - no Clube Caça e Pesca - fomos abraçar meu irmão Edson Wander Amaral (de blusa verde) que faz aniversario neste sábado, 14 de junho.

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    Domingo, Julho 12, 2015

    Notícia boa: + cursos de Medicina

    Novos cursos de medicina
    oferecerão 2.290 vagas em 36 municípios

    Instituições foram escolhidas por critérios objetivos,
    como qualidade do projeto pedagógico,
    proposta de investimento na rede pública e plano de implantação de residência médica.

    Os novos cursos de medicina criados dentro da estratégia do Programa Mais Médicos vão ofertar 2.290 vagas de graduação em 36 municípios do país.

    As cidades contempladas não têm faculdade na área e não são capitais de estado, o que contribui para a interiorização do ensino médico.

    Os ministros da Saúde, Arthur Chioro, e da Educação, Renato Janine Ribeiro, anunciaram nesta sexta-feira (10/7) a escolha das instituições de ensino superior (IES) particulares que devem implantar o curso até 2016. A medida faz parte da ampla estratégia de reestruturação do atendimento médico no país, que abrange ações na área de provimento de profissionais, formação médica e infraestrutura.

    Confira a lista de instituições selecionadas

    O ministro da Saúde, Arthur Chioro, enfatizou a relevância desta parte do Programa Mais Médicos para as perspectivas de médio e longo prazo. “Nós vivemos, na área da Medicina, da abertura de novos cursos de graduação, uma transformação extremamente importante”, declarou. “Hoje nós vivemos um marco: o Mais Médicos não é apenas uma política de provimento e garantia na Atenção Básica. É uma medida estruturante da formação médica no Brasil”, completou.


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    Quinta-feira, Abril 14, 2016

    Entrevista empresário SAULO SERRINHA da SP Inovações Institucionais. Fala sobre curso para o SAMU.

    Curso teórico e prático
    prepara pessoal para o SAMU Região Central de Minas
    que reúne BH e mais 101 cidades.

    Entrevistado:
    Empresário Saulo Serrinha (leia-se SP Inovações Institucionais) deu entrevista para nosso faceblog+blog+twitter sobre o curso de preparação para o SAMU Região Central que engloba BH e mais 101 cidades da região com uma população total de cerca de 8 milhões de pessoas.

    Estão em treinamento e reciclagem durante 9 semanas, médicos, enfermeiros, socorristas, técnicos em enfermagem e motoristas que vão atuar e/ou já atuam no SAMU.

    O empresário Serrinha nos disse que o curso do SAMU foi idealizado pela Secretaria Estadual de Saúde em convênio com o Consórcio Intermunicipal de Saúde Aliança - presidido pelo prefeito de Lagoa Santa, médico dr. Fernando.

    A empresa presidida por ele, Saulo Serrinha, a SP Inovações Tecnologicas com apoio do Instituto Iniciativa Global montou no Hotel Encore/Ramada em BH, toda a estrutura do curso onde são treinados por semana cerca de 200 alunos.

    Objetivo:
    Segundo Saulo Serrinha o principal objetivo do curso do SAMU é a regionalização do atendimento Móvel Ambulatorial Pré-Hospitalar.

    Os profissionais estão sendo treinados ou reciclados através de aulas teóricas e práticas com cenas reais de simulação de um acidente.

    São treinadas todas as técnicas de imobilização do paciente de um acidente.

    Ele destaca a importância deste treinamento lembrando que nos primeiros 14 minutos é fundamental a atuação do pessoal do SAMU para que a vida do acidentado seja salva.
    São os primeiros e importantes procedimentos antes da pessoas ser levada pelo SAMU para um hospital.

    Aulas com cenas reais de um acidente:
    As aulas práticas com a simulação de atendimento a acidentados são aos sábados e domingos aempre de 8:00 da manhã às 18 horas.

    *São cenas ótimas para reportagens de TVs - porque servem de orientação para a população - concluiu o
    Empresário Saulo Serrinha.


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