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    Terça-feira, Dezembro 1, 2009

    Conclusões do debate na Assembléia sobre VOLUTARIADO.

     

                                          Voluntários no Brasil já são mais de 20 milhões

    Ainda que não se possa dizer ao certo a dimensão do serviço voluntário no Brasil, as estimativas citadas no Debate Público Voluntariado Transformador: Preservando Bens Comuns e Ampliando a Cidadania, mostram o crescimento do setor. De acordo com o censo de 2005, seriam 20 milhões. Hoje, este número já se aproximaria de 25 milhões. O evento aconteceu nesta segunda-feira (30/11/09), no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. No debate, proposto pela Comissão do Trabalho, da Previdência e da Ação Social, foram apresentados exemplos de trabalho voluntário com transformação da realidade.

    Um dos objetivos do debate foi colher contribuições para o Projeto de Lei (PL) 3.653/09, de autoria da deputada Rosângela Reis (PV), que institui a Política Estadual do Voluntariado Transformador. Já examinada pela Comissão de Constituição e Justiça, a proposta será avaliada agora pela Comissão do Trabalho, presidida pela parlamentar, a partir de informações colhidas no debate público.

    Em seu pronunciamento, Rosângela Reis ressaltou a necessidade de maior entrosamento entre o Estado, empresas e o terceiro setor para o fortalecimento do serviço voluntário. "A proposta do voluntariado transformador é no sentido de complementar as políticas públicas e de também fiscalizar o Estado no que se refere a essas políticas", disse a deputada.

    Entre os objetivos e propostas do projeto estão a capacitação de cidadãos, gestores e lideranças sociais que desenvolvem programas de voluntariado; articulação entre Estado e sociedade para a realização de políticas públicas nessa área; geração de oportunidades para a prática do voluntariado transformador; e incentivo a empresas em ações de voluntariado.

    Minas Gerais teria 5% dos voluntários

    A estimativa de 20 milhões de voluntários no Brasil, registrada pelo censo de 2005, foi citada pelo presidente do conselho da seção mineira da Rede Nacional de Mobilização Social (Coeb-MG), Fernando Miranda. A força desse número, no entanto, enfrenta o desafio de outros dados citados por Miranda, tais como os 22% da população sem acesso à água tratada; ou os 6% de crianças desnutridas no País. De acordo com o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Agostinho Patrús Filho, esse número de voluntários já chega hoje, quatro anos depois, a 25 milhões.

    Outras estimativas foram citadas pela coordenadora do movimento Nós Podemos Paraná/Objetivos do Milênio, Maria Aparecida Zago Udenal. Ela afirmou que o Estado de São Paulo teria 53% dos voluntários brasileiros. Outros 12% estariam no Rio de Janeiro, enquanto Minas Gerais, com 5%, viria em terceiro lugar. Maria Aparecida, porém, disse que são necessários dados mais precisos. Ela sugeriu a Rosângela Reis que trabalhe pela inclusão, nos levantamentos do IBGE, do tema do voluntariado. Já a coordenadora do Núcleo de Responsabilidade Social/Sistema Fiemg, Marisa Seoane Resende, lembrou que o primeiro domingo de dezembro é o Dia do Voluntariado em Minas, convocando todos para divulgar seus projetos nessa data.

    Secretário declara apoio ao projeto

    O secretário Agostinho Patrús disse que trazia a confiança do Executivo de que o projeto de lei do Voluntariado Transformador irá se somar às iniciativas legislativas nessa área. Já entre os programas da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), o secretário destacou dois, ambos implementados em parceria com o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) do governo mineiro. São eles a campanha de valorização dos idosos e o programa de redução de contas de água e energia para entidades assistenciais cadastradas na Sedese.

    Presidente do conselho do Coeb-MG, Fernando Miranda disse que o órgão foi criado em 1993, em nível nacional, como resultado da luta do sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, para reduzir as carências que afligem a população mais pobre. O pró-reitor de Extensão da PUC Minas, Wanderley Chieppe Felippe, elogiou a proposta de criação de uma Política Estadual do Voluntariado Transformador. "Ninguém vive sozinho. Se não pensarmos em saúde, emprego, moradia para todos, fatalmente pagaremos um preço por isso", afirmou.

    Pastoral da Criança é a maior rede de voluntários

    Entre as diversas experiências de voluntariado apresentadas no debate público, um dos casos mais conhecidos é o da Pastoral da Criança, criada há 26 anos para reduzir a mortalidade infantil, a desnutrição e a violência familiar em comunidades carentes. Mensalmente, 85 mil gestantes, 1,3 milhão de famílias e 1,6 milhão de crianças de zero a seis anos (17% do total do País) recebem a visita de voluntários do programa no Brasil. Outros 19 países também já contam com essa metodologia. "Ela é baseada no evangelho da multiplicação dos pães", compara a coordenadora do programa em Belo Horizonte, Ana Maria Andrade.

    A Pastoral tem 132 mil líderes e outros 110 mil voluntários, a maioria deles com pouca instrução, o que não impede o desenvolvimento do trabalho, de acordo com Ana Maria. Segundo ela, o sucesso da iniciativa se deve, entre outros fatores, à transparência no uso de recursos e à simplicidade das ações, desenvolvidas por pessoas das próprias comunidades. "Nosso gasto mensal é de R$ 1,71 por criança. Muitos não acreditam que é possível", reforça a coordenadora. Para ela, isso seria inviável sem a dedicação gratuita dos voluntários.

    Três outras entidades contribuíram com o debate público relatando o trabalho de voluntários no Brasil e no mundo. Anika Gärtner, oficial do Programa de Voluntários das Nações Unidas no Brasil, citou a campanha de vacinação contra pólio, em 2000, quando 10 milhões de voluntários imunizaram 550 milhões de crianças no mundo. "Isso custaria US$ 10 bilhões, inviável sem o voluntariado", enfatizou. Segundo ela, a ONU tem voluntários em tempo integral, que recebem ajuda de custo, além dos chamados voluntários clássicos, que doam parte de seu tempo.

    ONU tem 24 voluntários brasileiros no exterior

    Atualmente, segundo Anika, há 24 voluntários brasileiros da ONU no exterior. No Brasil, são 13, mais quatro estrangeiros. "Os desafios que temos hoje são muitos, o que requer um trabalho conjunto de governos, setor privado, sociedade civil, universidades e instituições internacionais. O voluntariado é o elemento transversal", afirmou. Na ONU, de acordo com Anika, há vagas para voluntários em suas próprias cidades e até mesmo sem a necessidade de sair de casa.

    O voluntário da Universidade Solidária (Unisol), professor Waldenor Barros Moraes Filho, lembrou o objetivo da entidade, que é estimular o protagonismo de estudantes universitários na transformação de realidades sociais. Desde 1995, quando foi criada, a Unisol já mobilizou 216 instituições de ensino, 23 mil estudantes, mais de 1.100 comunidades e 2 milhões de pessoas. O trabalho consiste em articular parceiros e desenvolver ações de curto, médio e longo prazo. "Em todos os módulos, predomina a ideia do apoderamento das comunidades", frisa Waldenor.

    Gestão de voluntários - A experiência de gerir voluntários, para ampliar o número de colaboradores, foi apresentada pelo analista de projetos do Centro de Ação Voluntária (CAV), de Curitiba, Thiago Baise. O CAV organiza a oferta e demanda de voluntários na cidade, com a ajuda da internet e também por meio de palestras e outras ações. As nove etapas do método de gestão proposto no CAV englobam desde o diagnóstico da organização e o levantamento de necessidades até o reconhecimento e valorização dos colaboradores. "O processo é simples, mas de difícil aplicação", pondera, lembrando que, dos 110 parceiros cooperados do CAV, apenas 30 fazem a gestão dos voluntários. - A experiência de gerir voluntários, para ampliar o número de colaboradores, foi apresentada pelo analista de projetos do Centro de Ação Voluntária (CAV), de Curitiba, Thiago Baise. O CAV organiza a oferta e demanda de voluntários na cidade, com a ajuda da internet e também por meio de palestras e outras ações. As nove etapas do método de gestão proposto no CAV englobam desde o diagnóstico da organização e o levantamento de necessidades até o reconhecimento e valorização dos colaboradores. "O processo é simples, mas de difícil aplicação", pondera, lembrando que, dos 110 parceiros cooperados do CAV, apenas 30 fazem a gestão dos voluntários.

    Outras experiências de gestão foram descritas pela coordenadoras Marisa Resende, da Fiemg, e Mônica Abranches, do Projeto Rondon Minas, da PUC Minas. Marisa ressaltou que é uma responsabilidade de todos evitar que o voluntariado prejudique a criação de postos de trabalho. Recomendou ainda que as entidades firmem termos de adesão com os voluntários, a fim de evitar futuras ações trabalhistas. Mônica mostrou o trabalho do Projeto Rondon Minas, que engajou 2,1 mil universitários em ações sociais em regiões carentes do Estado, desde 2005.

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