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Ótimo!!! Saúde amplia vacinação contra a covid-19 para pessoas com HIV/AIDS de 18 a 59 anos.




Publicado em 30/03/2021


• O Ministério da Saúde atualizou as recomendações de vacinação contra a covid-19 e ampliou a imunização de pessoas que vivem com o vírus HIV/Aids com idade entre 18 e 59 anos no grupo de comorbidades.


• Anteriormente, o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 contemplava maiores de 18 anos e com contagem de linfócitos T-CD4+.


• As pessoas que convivem com o HIV/Aids com 60 anos ou mais já estão contempladas na priorização por faixa etária, que antecede o grupo de comorbidades.

• A partir dessa iniciativa será possível reduzir o impacto da pandemia nesse grupo, especialmente em relação ao risco de hospitalização e óbito, e respeitar o conceito de equidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

• A contraindicação da vacinação segue o mesmo critério da população em geral.


• Ou seja, a vacinação não é recomendada à indivíduos com hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer dos excipientes da vacina ou até mesmo para aquelas pessoas que apresentaram uma reação anafilática confirmada a uma dose anterior a da mesma vacina covid-19.

• VACINAÇÃO As pessoas incluídas nesta fase da vacinação e com dados atualizados nos sistemas de informação (SISCEL, SICLOM) terão o pré-cadastro no Conecte-SUS realizado automaticamente.


• Para aqueles que apresentarem os critérios e não apresentarem o pré-cadastro, as Unidades Dispensadoras de Medicamentos (UDM) receberão, via SICLOM, a lista dos indivíduos incluídos.

• As Unidades Dispensadoras de Medicamentos poderão fornecer declaração nominal (modelo disponível no SICLOM) informando a inclusão do indivíduo no grupo prioritário, para ser apresentado no local de vacinação.


• Também será possível apresentar o receituário dos antirretrovirais, exames, relatório médico, prescrição médica, como forma de comprovar a condição. O início da vacinação para este grupo será informado por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Fonte:

Luara Nunes Ministério da Saúde