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Andar na Praça da Liberdade é um privilégio. Passo a passo observo a beleza e a história de Minas.


O fundador de BH, meu conterrâneo de Barbacena, governador Crispim Jacques Bias Fortes

Andar na Praça da Liberdade é um privilégio. Passo a passo observo a arquitetura neoclássica do final do século XIX: o Pálacio, o famoso prédio de Niemeyer, os prédios dos museus, iluninados pela tecnologia do século XXI.


E do lado de fora do prédio da Biblioteca Estadual feito pelas belas curvas do traço de Niemayer o Encontro Marcado entre os amigos que se eternizam em estátuas de bronze: os escritores Fernando Sabino e Oto Lara Resende(sentados) e Paulo Mendes Campos e Hélio Pelegrino de pé, cada um com um livro nas mãos.


Sempre paro depois de 60 minutos de caminhada na Praça me sento entre Sabino e Lara.


E busco na memória e no Google as obras deles.


Puro deleite intelectual, depois de cuidar do corpo nos 5 mil passos que dou toda noite nos 540 metros de extensão da Praça da Liberdade.