Aumento da Selic para 14,75% fragiliza confiança do comércio e dos consumidores Para a CDL/BH, o desempenho das atividades de varejo e serviços pode ser comprometido a médio e longo prazo.
- joaocarlosamaral

- 10 de mai.
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Marcelo Souza e Silva
presidente da CDL/BH:
Entidade espera que redução da taxa de juros comece a ser praticada a partir da próxima reunião.
Pautado em um cenário de incerteza internacional, flexibilidade e cautela, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), anunciou há pouco o aumento da Selic.
O reajuste repercute de forma preocupante no setor de comércio e serviços da capital mineira.
Na avaliação da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), a sexta alta consecutiva da taxa pode trazer reflexos não desejáveis para a atividade
"Entendemos que o Banco Central quer se mostrar firme no combate à inflação e reforçar a confiança dos agentes econômicos e investidores.
Contudo, chegamos ao maior nível da Selic dos últimos 19 anos e isso, certamente, pode afetar os investimentos a médio e longo prazo, sobretudo nas atividades de varejo e serviços que são duramente afetadas pela alta dos juros”, lamenta o presidente da entidade, Marcelo de Souza e Silva.
Ainda segundo o dirigente, a expectativa do setor é que nas próximas reuniões do Copom, a tão aguardada redução da Selic comece a ser colocada em prática. “Ainda não existe no mercado a confiança de que a inflação irá recuar no ritmo necessário.
Essa desconfiança alimenta novos reajustes dos preços. Por isso, é fundamental que os próximos passos sejam na direção de uma redução da taxa de juros.
Só assim teremos crédito mais barato, maior possibilidade de consumo e mercado e consumidores mais confiantes”, finaliza.
Atenciosamente,
Asxom CDL/BH
CRISTINA REIS











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