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Foi sucesso o Almoço-Palestra do Fundo Portogallo no Hotel Palácio do Estoril em Portugal. Evento reuniu dois palestrantes de peso: pelo Brasil Alexandre Schartzman pela Inglaterra Dean Turner do USB

  • há 2 dias
  • 1 min de leitura



Estratégia do Fundo Portogallo

​A orientação da Magda Portugal e dos especialistas para os clientes do Family Office foi clara:

  • Diversificação Geográfica: Não concentrar ativos no Brasil, dada a volatilidade política prevista para os próximos ciclos.

  • Proteção de Cauda: Utilizar derivativos ou fundos multimercados globais que protejam o portfólio contra eventos geopolíticos extremos ("cisnes negros").





  • Real (BRL) e o Risco Fiscal: Schwartsman alertou que a valorização do Real depende quase exclusivamente da sinalização fiscal do governo brasileiro.


  • Para o investidor em Portugal, a recomendação foi manter uma parte substancial do património em moeda forte (Euro) para mitigar o "risco Brasil", utilizando o Real apenas para operações táticas de curto prazo e aproveitando os juros altos (carry trade), mas com cautela redobrada.







Recomendações para o Mercado Europeu (UBS/Turner)

  • Ações de Valor e Dividendos: Turner enfatizou que, num cenário de crescimento moderado na Europa, as empresas com balanços sólidos e histórico de pagamento de dividendos (especialmente nos setores de energia renovável e farmacêutico) são preferíveis às de hipercrescimento (growth).

  • Rendimento Fixo (Fixed Income): Com as taxas de juro na Europa ainda em patamares elevados para o padrão histórico da região, o UBS vê uma janela de oportunidade para "travar" rendimentos em obrigações (bonds) de alta qualidade creditícia (Investment Grade).





















 
 
 

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