Importância Histórica. Nesta 4a. 15:00 em Barbacena no Campo das Vertentes será reinaugurado o MUSEU GEORGE BERNARNOS ilustre escritor e jornalista francês que morou 7 anos na Cidade das Rosas
- joaocarlosamaral

- 27 de ago. de 2025
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O Museu George Bernarnos fica no Bairro Vilela, antigo Cruz das Almas, onde Bernanos viveu e escreveu suas principais obras literárias no exílio que se auto-impôs em Barnacena.
DETALHE
O advogado de George Bernarnos foi o famoso deputado barbacenense Anuar Fares.
SE EXILOU
Em julho de 1938, dois meses antes do acordo de Munique, a vergonha que sentiu diante da fraqueza dos políticos franceses contra a Alemanha de Hitler levou Bernanos a decidir-se por um exílio na América do Sul.
VEIO PARA O BRASIL
Inicialmente tencionava estabelecer-se no Paraguai, mas acabou ficando no Brasil, onde chegou acompanhado da mulher, dos filhos e de um sobrinho. Primeiro foi para Itaipava, no estado do Rio de Janeiro; depois residiu em Juiz de Fora, Vassouras, Pirapora e Barbacena.
EM BARBACENA
Em sua casa em Barbacena, recebeu, entre outros, o escritor alemão Stefan Zweig, pouco antes deste se suicidar. Tal casa foi depois transformada no "Museu George Bernanos".
OBRAS ESCRITAS
EM BARNACENA
No Brasil, Bernanos escreveu Les enfants humiliés, Lettre aux Anglais, Le Chemin de la Croix-des-Ames e La France contre les Robots e terminou sua obra Monsieur Ouine, que publicou na França, em 1946.
No Brasil, Georges Bernanos angariou muitas amizades e influenciou uma série de escritores.
Conviveu com Jorge de Lima, Alceu Amoroso Lima, Henrique Hargreaves, Virgílio de Mello Franco, Augusto Frederico Schmidt, Álvaro Lins, Geraldo França de Lima, Hélio Pelegrino, entre outros.
Essa fase brasileira foi muito bem retratada por Sébastien Lapaque no livro Sob o sol do exílio: Georges Bernanos no Brasil (1938-1945), publicado pela É Realizações Editora,[2] e por Hubert Jacques Sarrazin no livro Bernanos no Brasil, publicado pela editora Vozes.[3]











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