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Lamento. Morreu em Juiz de Fora o escritor e jornalista Eduardo Almeida Reis. Ele tinha 84 anos.



O escritor EDUARDO ALMEIDA REIS morreu hoje, aos 84 anos, em Juíz de Fora. Será velado amanhã, das 13h às 15h, na capela ecumênica do crematório de Matias Barbosa.


PERFIL

Pinçado da home page da academiamineiradeletras.com.br

Eduardo Almeida Reis

Nasceu no Rio de Janeiro em 8 de agosto de 1937 Filho de José Cândido Almeida dos Reis e Sara Caldeira Brant Divorciado. Três filhas. Um neto.


OUVIR CONTEÚDO Cronista, humorista, romancista, ensaísta, historiador e jornalista. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade do Estado da Guanabara, Faculdade do Catete, exerceu fugazmente a advocacia e foi funcionário do Banco do Brasil, do qual se demitiu, a pedido, com 15 anos de casa. Ingressou na redação de O Globo em 1966.


Sobre agropecuária, colaborou nas seguintes publicações: Correio Agro-Pecuário, O Ruralista, Revista CCPL, Revista dos Criadores, Folha de S. Paulo e A Granja, a revista mais antiga em circulação contínua do Brasil, da qual é cronista há 30 anos.


Foi presidente do Sindicato Rural de Três Rios, RJ, na década de 70.


Palestrante em diversos congressos de Zootecnia, Veterinária, Agronomia e exposições agropecuárias nos Estados: RJ, MG, BA, RS, SP. Nascimento: 08/08/1937, Rio de Janeiro, RJ


Filiação: José Cândido Almeida dos Reis, médico, Sara Caldeira Brant, escritora Divorciado. Pai de Ana Cristina Reis, jornalista e escritora; Ana Maria Reis Farina, economista; Ana Luísa Reis Dias, administradora de empresas.

Formação -Rio de Janeiro RJ – Curso Primário no Externato Guy de Fontgalland -Rio de Janeiro RJ – Cursos Ginasial e Científico no Instituto Educacional Brasil-América -Rio de Janeiro RJ – Bacharel em Ciênciais Jurídicas e Sociais pela Universidade do Estado da Guanabara, atual Universidade do Estado do Rio de Janeiro -Repórter da Geral do jornal O Globo -Cronista/articulista de O Globo, Folha de S.Paulo -Cronista de A Granja desde 1979 -Cronista da revista MercadoComum entre 1995/2005 -Cronista diário do jornal Hoje em Dia entre 1990/2005 -Cronista diário do jornal Estado de Minas desde agosto de 2005 -Cronista (3x/semana) do jornal Correio Braziliense

Exerceu as funções de advogado do Sindicado dos Padeiros, avicultor, produtor de leite, corretor de seguros de vida, radialista, heveicultor e pequeno empreiteiro ferroviário.


Trabalhou como administrador de empresas rurais nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais, anos e anos, entre 1955 e 2000. Palestrante. Titular da firma Officina Litteraria Ltda. que produz discursos, livros, programas de rádio e tevê etc. Títulos/Prêmios Membro da Academia Mi eira de Letras.


Dois livros da grande produção intelectual de Eduardo Almeida Reis:



NOTA

Enviada ao nosso BLOG pelo jornalista e escritor Rogério Faria Tavares, presidente da ACADEMIA MINEIRA DE LETRAS:

Estimadas confreiras, Caríssimos confrades: Consternado, comunico a todos o falecimento do nosso querido confrade EDUARDO ALMEIDA REIS - ocupante da cadeira de número 24. Eduardo faleceu hoje em Juiz de Fora, cidade onde residiu nos últimos anos. Seu corpo será velado amanhã, dia 16, das 13 às 15 horas, na Capela Ecumênica do Crematório de Matias Barbosa, naquele município. Um dos mais brilhantes jornalistas de sua geração, EDUARDO ALMEIDA REIS formou-se em Direito mas dedicou muito da sua inteligência à imprensa, trabalhando nos principais veículos de comunicação do Brasil, sobretudo nos cadernos especializados em Agropecuária. Cronista de primeira linha, celebrizou-se pelo texto primoroso, pelo humor refinado, a ironia sofisticada e uma atitude irreverente e divertida diante da vida. Querido amigo de todos nós, seu jeito espontâneo e inteligente fará muita falta. Em mensagem que já transmiti à sua filha Ana Cristina, enviei a solidariedade e o carinho de todos os membros da AML a ela e às suas irmãs.

Que Deus conforte os inúmeros amigos de EDUARDO nessa hora de tristeza e saudade. (Tendo Bárbara Eliodora como patrona, a Cadeira de número 24 foi fundada por João Lúcio. e também foi ocupada, pela ordem, por Claudio Brandão, Henrique de Resende e Sylvio Miraglia)


Rogério Faria Tavares

Presidente da Academia Mineira de Letras.