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Mineiros têm novo aliado na busca de pessoas desaparecidas. Projeto Palmas, do Grupo Anjos da Guarda

Quanto ao nome do Projeto, Afonso Oliveira, CEO e Fundador do Grupo Anjos da Guarda revela que teve a inspiração ao encontrar uma criança perdida durante as férias, na praia.



Projeto Palmas, do Grupo Anjos da Guarda, contará com tecnologia inovadora no país para ajudar a encontrar pessoas desaparecidas de Minas Gerais.


Neste momento, cerca de 700 famílias mineiras sofrem pela angústia de ter um parente desaparecido. Em breve, os órgãos de segurança terão mais um aliado na busca dessas pessoas.


O Grupo Anjos da Guarda acaba de lançar o Projeto Palmas que, por meio de um sistema tecnológico, será capaz de reconhecer esses rostos constantes na base pública de dados da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida da Polícia Civil de Minas Gerais, disponível na internet.


O Projeto possui um sistema que é composto por um dispositivo de vídeo e câmeras especiais instalados em um miniveículo de uso sustentável, totalmente elétrico, alimentado por baterias recarregáveis.


A previsão é de que ele comece a circular em março por locais e eventos estratégicos da capital.


Interligado ao Centro Integrado de Controle de Operações e Monitoramento do Grupo Anjos da Guarda (CICOM), o sistema conta com o mais alto padrão de segurança e tecnologia.


Ao reconhecer algum rosto, por meio de comparação entre o banco de dados e a imagem captada pela câmera, o software emite um alerta ao CICOM que, imediatamente, repassa a informação para os órgãos de Segurança Pública.


De acordo com Vannessa Castro, Gerente de Comunicação e Marketing do Grupo Anjos da Guarda, a novidade é um presente para os mineiros, por ocasião do aniversário de 35 anos do Grupo, comemorado em dezembro.


“A utilização desse veículo tem cunho exclusivamente social, para uso em locais como entorno da rodoviária e outros pontos de vulnerabilidade na região central e periferia, além da presença em eventos e outras manifestações populares”.


Quanto ao nome do Projeto, Afonso Oliveira, CEO e Fundador do Grupo Anjos da Guarda revela que teve a inspiração ao encontrar uma criança perdida durante as férias, na praia.


“Quando percebi que o menino procurava pelos pais, tomei a iniciativa de ajudá-lo e logo fui surpreendido com dezenas de pessoas batendo palmas, uma prática conhecida no litoral que indica que uma criança foi encontrada.


Em pouco tempo, os pais o localizaram. Foi um gesto de ajuda, em conjunto, que preveniu um trauma maior para essa família.


É isso que pretendemos fazer, usar a tecnologia para trazer esperança e acolhimento aos familiares que passam por situações difíceis como essas. ”


Fonte:

Infinita Comunicação

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