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Na AML prestigiada noite de autógrafos do livro o X NO LUGAR CERTO do ex-governador Eduardo Azeredo



Afrânio, o presidente da Academia Mineira de Letras, Rogério Faria Tavares, o autor do livro, ex-governador de Minas Eduardo Azeredo e o ex-ministro Alysson Paolinelli.


Os jornalistas GCO e PCO foram prestigiar o lançamento do livro O "X" no lugar certo, do ex-governador Azeredo. Foto: Tião Mourão.

O ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli, que está cotado para o Prêmio Nobel de 2022 e o ex-governador Azeredo num animado papo de políticos mineiros.


O ex-presidente da Prodemge no governo Azeredo, José Herique Portugal e o ex-governador.


Azeredo e Luiz Márcio, filho do ex-governador Francelino Pereira.


Livro O "X" NO LUGAR CERTO. Reúne em 390 páhinas as memórias autobiográficas do ex-governador de Minas, Eduardo Azeredo.

Na AML: A obra foi lançada na Academia Mineira de Letras, presidida pelo jornalista e escritor Rogério Faria Tavares.


À frente na edição do livro o Instituto Cultural Amilcar Martins.

A apresentação da obra é do ex-deputado estadual Amilcar Viana Martins Filho e a coordenação da edição ficou a cargo do jornalista Francisco Brant. Memórias: No livro várias fotos, hoje históricas, dos mais importantes momentos vividos pelo ex-governador Eduardo Azeredo: O "X" NO LUGAR CERTO Este livro de memórias do ex-governador Eduardo Azeredo foi escrito durante o período em que ele esteve preso, no antigo Quartel do Corpo de Bombeiros, em Belo Horizonte e conta uma história de muito trabalho e determinação, onde ficam claros a modéstia e a retidão de caráter que marcaram tanto a sua vida pessoal, quanto a sua conhecida fidelidade ao estilo mineiro de fazer política. Em sua apresentação, Amilcar Martins destacou: “Com o sagrado inconformismo dos injustiçados, refuta as mentiras, as ignomínias e as infâmias dos seus acusadores.


De forma corajosa e desabrida, mostra os responsáveis pela farsa que resultou na sua condenação.


Com serenidade e firmeza, Eduardo repele sem hesitação, todas as acusações de seus detratores.

Seu depoimento, ao mesmo tempo em que é uma denúncia e um clamor por justiça dirigido a nós, seus contemporâneos, é também um importante documento voltado para a posteridade, um registro indelével para a história, para que as futuras gerações possam saber a verdade dos fatos, o que realmente aconteceu, e os nomes dos autores desta desta pantomina.


A mesma minúcia e sinceridade que dedica às lembranças da infância e da juventude, aplica também à descrição do dia a dia da sua vida na prisão, revelando mais uma vez, sem reserva e sem temor, tudo que lhe passava pela cabeça na solidão do seu quarto-cela no Corpo de Bombeiros. São momentos intermináveis de tristeza, melancolia e desalento, dúvidas e incertezas, saudades da mulher, dos filhos e netos, saudade dos irmãos e dos amigos, e uma profunda nostalgia do passado, de tempos mais amenos e mais felizes.”


E concluiu: “Apesar das circunstâncias francamente desfavoráveis em que foi escrito, mesmo ao relatar o sofrimento e as injustiças por que passou, o livro de Eduardo Azeredo reafirma, uma vez mais, não apenas o equilíbrio, a serenidade e a resiliência do seu autor, mas acima de tudo, o seu caráter a sua honradez.”


Escrito de maneira simples e direta, sem pretensões literárias, talvez o livro possa ser dividido em três partes distintas.


Na primeira parte de suas memórias, Eduardo descreve sua trajetória pessoal, desde sua infância e juventude em Belo Horizonte até o início da sua vida profissional.


São recordações da sua vida em família, junto dos pais e irmãos na casa da rua da Bahia, ao lado da praça da Liberdade.


Lembra com carinho do Instituto Santa Helena, onde aprendeu as primeiras letras, do Colégio Estadual Central, referência de ensino em nosso Estado, onde fez o curso secundário e da Universidade Católica de Minas Gerai, hoje PUC Minas, onde graduou-se em Engenharia, antes de ingressar na carreira de Tecnologia da Informação na IBM.


Fala da relação afetuosa com seus avós, as férias que passava com seus irmãos e primos em Santo Antônio do Monte e em Sete Lagoas e o convívio fraterno com os amigos que fez na infância e na juventude.


Mais importante, relata com emoção e orgulho o papel central que o inesquecível exemplo de honradez, e lealdade aos amigos, dado pelo seu pai, deputado Renato Azeredo teve na sua formação, como cidadão e como homem público. Com nostalgia e saudade, Eduardo nos conta ter assistido reuniões na sua casa com a presença de JK, Benedito Valadares, Tancredo Neves e tantos outros políticos mineiros.


A segunda parte do livro é uma espécie de prestação de contas da sua trajetória política, primeiro como administrador público, à frente da prefeitura de Belo Horizonte e do governo do Estado, seguida da sua passagem no parlamento, como Senador da República e como Deputado Federal.


Com um estilo franco e sincero, sem demagogia, reafirma suas convicções sobre as prioridades da administração pública no nosso estado e relembra, com justo orgulho, algumas das suas principais iniciativas e realizações como gestor de T.I, prefeito e governador.


Por outro lado, também a profícua atividade parlamentar como senador e deputado federal é rememorada, com destaque para alguns projetos de lei de sua autoria, como a obrigatoriedade de os veículos nacionais já saírem das fábricas com os dispositivos de air bag e a lei contra crimes na internet, além de presidir as Comissões de Defesa Nacional e Relações Exteriores no Senado Federal, Ciência e Tecnologias e Comunicação, na Câmara dos Deputados.


Na terceira parte do livro, Eduardo Azeredo denuncia com indignação a covarde injustiça de que foi vítima em um processo eivado de incorreções de toda ordem, como a utilização de um documento escandalosamente falso, forjado por um notório estelionatário e falsário, que resultou na sua condenação.


Com coragem e altivez mostra a verdade dos fatos e registra o nomes de seus algozes, responsáveis por muitos meses de solidão e de sofrimento na prisão do Quartel do Corpo de Bombeiros.


Saiba mais na homepage da revista Mercado Comum do economista Carlos Alberto Teixeira de Oliveira.