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Selic foi para 15%. Comércio reage ao sétimo aumento consecutivo da Selic. Para CDL/BH, reajuste pode travar crescimento das empresas, especialmente as de pequeno e médio porte

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    joaocarlosamaral
  • 19 de jun.
  • 1 min de leitura
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Marcelo de Souza e Silva

presidente da CDL/BH


O setor de comércio e serviços de Belo Horizonte reagiu ao sétimo reajuste consecutivo da taxa Selic, divulgado pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central.


Na perspectiva da principal força econômica da capital mineira, o novo aumento demonstra que a política adotada pela autoridade monetária, ainda que tenha como objetivo o controle da inflação, tem sido um entrave à retomada do crescimento, em especial para os pequenos e médios negócios, que são mais sensíveis ao custo do crédito. 


“A elevação da taxa básica de juros ampliará os desafios enfrentados pelo setor produtivo.


Embora o controle da inflação seja necessário, juros mais altos restringem o acesso ao crédito, comprometem o consumo das famílias e reduzem a capacidade de investimento das empresas”, avalia o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Marcelo de Souza e Silva.


Para a entidade, um novo aumento tende a intensificar a desaceleração econômica, penalizando principalmente os pequenos e médios empreendedores, que ainda enfrentam um ambiente de incertezas e baixa demanda.


“O novo reajuste também pode provocar desaceleração nas vendas, aumento da inadimplência e retração nos investimentos. Defendemos que o combate à inflação precisa ser equilibrado com políticas que estimulem a produção, o consumo e a geração de empregos”, conclui o dirigente.


Atenciosamente,

NAJELA BRUCK

Assessoria de Imprensa

 
 
 

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